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Professor de BH é preso por abuso sexual contra adolescentes

Suspeito era também ex-coordenador do Fórum de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes de MG

Minas Gerais|Ricardo Vasconcelos, da Record TV Minas

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Suspeito foi preso durante operação da PC
Suspeito foi preso durante operação da PC Divulgação/Polícia Civil

Um professor, de 34 anos, da rede de ensino de Belo Horizonte, que se apresentava como líder religioso, foi preso nesta quarta-feira (21) por abuso sexual contra adolescentes. Os crimes teriam ocorrido há pelo menos 10 anos, mas somente agora foram denunciados pelas vítimas.

Moisés Barbosa Ferreira Costa era também ex-coordenador do Fórum de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais (Fevcamg) e usou da posição para ganhar a confiança dos adolescentes, segundo informou a delegada. Ele também era professor de uma escola no bairro Vera Cruz, na região Leste, mas estava afastado por motivos de saúde.


De acordo com a Polícia Civil, um rapaz, de 23 anos, foi quem procurou uma delegacia para denunciar a violência sexual sofrida, quando tinha cerca de 13 anos. Após a denúncia, foi instaurado um inquérito, que chegou em outras duas vítimas. Com um mandado de busca e apreensão e de prisão preventiva, os policiais estiveram na casa do suspeito, no bairro Horto Florestal, na região Leste da Capital. No local, haviam dois jovens, de 18 e 20 anos, que também revelaram ter sofrido violência sexual por parte do suspeito, quando adolescentes.

Denúncias


Responsável pelas investigações, a delegada Thais Degani agradeceu a coragem das vítimas em revelar os crimes e acredita que novas denúncias possam surgir contra . Segundo ela, o suspeito atuava em uma igreja, onde aliciava os adolescentes, com convites para participar de um projeto em um circo, onde trabalhava como instrutor. De lá, atraia os jovens para a casa onde foi preso. Em contrapartida, oferecia dinheiro e lanches.

"Ele chegou a ameaçar uma das vítimas falando que se contasse para alguém mandaria algumas pessoas atrás dele (vítima). Além disso, ele também dizia, gente, ninguém vai acreditar em vocês porque eu sou um líder religioso. Eu luto contra a pedofilia", contou a delegada.

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