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Segundo avião com brasileiros deportados desembarca em Minas

Cerca de 130 pessoas estava no voo que partiu dos EUA; governo brasileiro tem facilitado deportação de cidadãos que vivem de forma irregular no país

Minas Gerais|Lucas Pavanelli, do R7

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Brasileiros desembarcaram em Confins
Brasileiros desembarcaram em Confins

O segundo avião que trazia brasileiros deportados dos Estados Unidos pousou na noite desta sexta-feira no Aeroporto Internacional de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. Os cidadãos nacionais não foram admitidos no país norte-americano e foram enviados de volta para o Brasil. 

De acordo com a Polícia Federal, que realizou os procedimentos de controle migratório, não houve nenhuma ilegalidade conexa à migração dos deportados. Os casos suspeitos seguem em investigação pelo órgão. 

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Segundo a PF, novos voos trazendo brasileiros deportados dos Estados Unidos devem se tornar ainda mais frequentes. 

Primeiro caso

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Em outubro do ano passado, 70 brasileiros desembarcaram em Confins em um voo fretado pela Agência Norte-Americana de Imigração. Os brasileiros deportados eram dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Roraima, Mato Grosso e Maranhão.

Na época, o cônsul-geral adjunto do Brasil em Houston, Felipe Santarosa, em entrevista ao portal R7 afirmou que boa parte deles estava em situação irregular nos Estados Unidos.

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— Eles estavam com o visto ou outros documentos expirados ou entraram de maneira irregular e tiveram seus casos avaliados pela patrulha da fronteira

Uma reportagem do jornal Washington Post, publicada em novembro do ano passado denunciou que um grupo de 50 pais brasileiros e seus filhos ficaram detidos em um centro de detenção de imigrantes montado com tendas na fronteira dos Estados Unidos com o México por mais de 15 dias — muitas vezes, sem acesso a comunicação externa ou banho diário.

A matéria destacava que, pelas leis americanas, os imigrantes não devem permanecer na alfândega por mais de 72 horas e que, pelo Acordo de Flores, as crianças imigrantes não devem mantidas nesses locais por mais de 20 dias. 

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