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Suspeito de jogar homem no Rio Arrudas, em BH, é preso novamente após tentativa de assalto

Polícia Militar informou ainda que o suspeito não utilizava tornozeleira eletrônica, medida que havia sido determinada pela Justiça

Minas Gerais|Do R7, com João Victor Freitas*, da Record Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Warlley Silva de Paula, suspeito de arremessar um homem no Rio Arrudas, foi preso novamente após tentativa de assalto.
  • A prisão ocorreu durante a madrugada de terça-feira (6) no bairro Barro Preto, em Belo Horizonte.
  • O suspeito não estava usando tornozeleira eletrônica, conforme determinado pela Justiça após sua libertação anterior.
  • O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, após Warlley ser solto por alegações de inimputabilidade.

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Durante audiência, defesa alegou que Warlley seria inimputável e não poderia ser responsabilizado criminalmente pelos próprios atos Reprodução/Record Minas

O homem flagrado empurrando uma pessoa em situação de rua no Rio Arrudas foi preso novamente, na madrugada desta terça-feira (6), após tentar assaltar uma mulher de 42 anos no bairro Barro Preto, região central de Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar, câmeras do sistema Olho Vivo flagraram dois moradores em situação de rua perseguindo um homem. Durante o patrulhamento na região, os militares conseguiram localizar um dos suspeitos, identificado como Warlley Silva de Paula, de 29 anos, que desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir.


Após perseguição, ele foi contido. Em seguida, os policiais retornaram com o suspeito ao local da tentativa de furto, onde a vítima o reconheceu como o homem que havia tentado levar sua bolsa.

Warlley foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Plantão II (DEPLAN II). A Polícia Militar informou ainda que o suspeito não utilizava tornozeleira eletrônica, medida que havia sido determinada pela Justiça após ele ter sido solto por um episódio ocorrido no último sábado (3), quando teria jogado um homem no Rio Arrudas.


Na ocasião, o suspeito chegou a ser preso, mas foi liberado em menos de 24 horas após audiência de custódia. Durante a audiência, a defesa alegou que Warlley seria inimputável e, por isso, não poderia ser responsabilizado criminalmente pelos próprios atos.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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