Suspeito de matar companheira no Dia Internacional da Mulher é preso em Belo Horizonte
Mariana Camila de Oliveira Santos, mãe de três filhos, foi morta com mais de 30 facadas neste domingo (08)
Minas Gerais|Do R7, com Ricardo Machado, da RECORD Minas
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O suspeito de matar a companheira no Dia Internacional da Mulher foi preso na manhã desta segunda-feira (9) no bairro Zilah Sposito, na Região Norte de Belo Horizonte. Jhonatans Douglas de Oliveira, de 36 anos, é apontado como o autor do feminicídio que vitimou Mariana Camila de Oliveira Santos, de 30 anos, em Santa Luzia, na Região Metropolitana da capital, neste domingo (08)
Segundo a Polícia Militar, o homem caminhava por uma rua quando foi abordado pelos militares. Durante a abordagem, os policiais perceberam que ele apresentava sinais de estar sob efeito de drogas. Com o suspeito, foram encontrados quatro pinos de cocaína. Ainda conforme a PM, Jhonatans teria confessado o crime no momento da abordagem.
O feminicídio aconteceu na madrugada de domingo, no bairro Baronesa, em Santa Luzia. De acordo com a Polícia Militar, Mariana foi morta dentro da própria casa com pelo menos 30 golpes de faca após uma discussão com o companheiro.
A polícia informou que o casal havia chegado do trabalho por volta das 17h de sábado (7). Durante a noite e a madrugada, os dois começaram a discutir. A briga teria começado depois que o homem voltou para casa com uma pizza. Em meio à discussão, ele atacou a vítima com uma faca dentro do quarto. Quando os militares chegaram ao local, a mulher já estava sem vida.
Mariana trabalhava como salva-vidas e era mãe de três crianças, de 5, 8 e 10 anos. Segundo familiares, os filhos presenciaram a discussão entre o casal. Durante a briga, as crianças chegaram a pedir socorro para a mãe. Elas foram retiradas da casa com a ajuda da avó paterna e de vizinhos.
A irmã da vítima descreveu Mariana como uma jovem alegre e cheia de planos. De acordo com a família, as crianças ainda não sabem que a mãe morreu e acreditam que ela foi levada por uma ambulância.
Ainda segundo a Polícia Militar, a frieza do suspeito chamou a atenção dos investigadores. Antes do crime, ele teria avisado à própria mãe que iria “resolver um problema”. Após matar a companheira, teria minimizado o ocorrido, dizendo que havia cometido “um homicídiozinho” e que voltaria depois.
O relacionamento entre os dois durava mais de sete anos e, conforme familiares, era marcado por conflitos constantes. A vítima já havia registrado diversos boletins de ocorrência contra o companheiro por agressões e ameaças.
Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que a perícia foi acionada para o local do crime e realizou a coleta de elementos que irão subsidiar a investigação. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para exames.
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