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Tarifas de ônibus de BH e da região metropolitana ficam mais caras a partir desta sexta-feira (29)

Passagens na capital mineira passam a custar R$ 5,25; na região metropolitana, reajuste será de 7,15%

Minas Gerais|Gabrielle Assis, da Record Minas

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Usuários dos transportes coletivos de Belo Horizonte e região metropolitana vão pagar mais caro pelas passagens a partir desta sexta-feira (29).

Segundo a prefeitura da capital, as tarifas do Serviço de Transporte Coletivo vão passar a custar R$ 5 e R$ 5,25, dependendo dos serviços e das linhas. (Veja a lista com os novos valores abaixo)


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Vale ressaltar que a gratuidade da passagem para alguns públicos específicos será mantida por tempo indeterminado. É o caso do auxílio-transporte mulher, do passe integral para estudantes da rede pública, do vale-transporte saúde e do passe livre para vilas e favelas.

Ainda segundo a PBH, esse é o primeiro aumento das passagens desde dezembro de 2018, quando o valor passou de R$ 4,20 para R$ 4,50.


A Prefeitura de BH informou que os créditos eletrônicos do Cartão BHBUS Vale-Transporte adquiridos até 29 de dezembro deste ano terão o valor de compra mantido até a utilização.

Confira os novos valores das passagens em BH:

– Serviço convencional

Linhas perimetrais, radiais, semiexpressas, diametrais, troncais e Move (grupo 1): de R$ 4,50 para R$ 5,25;

Linhas circulares e alimentadoras (grupo 2): de R$ 4,20 para R$ 5;

Linhas de vilas e favelas (Grupo 3): gratuidade.

– Serviço Suplementar

Linhas longas (grupo 1): de R$ 4,20 para R$ 5;

Linhas intermediárias 1 (grupo 2): de R$ 4,20 para R$ 5;

Linhas intermediárias 2 (grupo 3): de R$ 4,50 para R$ 5,25;

Linhas curtas (gupo 4): de R$ 2 para R$ 2,50.

Já as tarifas do sistema coletivo da região metropolitana de BH, que atende 34 cidades, vão ser reajustadas em 7,15%, segundo a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias).

Segundo a pasta, o reajuste anual "é necessário para garantir a operacionalização do sistema e leva em consideração a inflação para o período, a atualização dos insumos de maior peso por meio de índices correlatos e a correção dos demais itens da planilha contratual de custos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA."

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