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Tragédia da Vale: Inhotim reabre as portas com um minuto de silêncio

Quarenta e um trabalhadores do museu têm ao menos um parente entre as vítimas da tragédia causada pela barragem da mineradora

Minas Gerais|Paulo Henrique Lobato, do R7

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Inhotim ficou fechado por duas semanas
Inhotim ficou fechado por duas semanas

O Instiututo Inhotim, maior museu de arte contemporânea a céu aberto da América Latina, reabriu as portas, neste sábado (9), após duas semanas fechado ao público em razão do estouro da barragem da Vale, em Brumadinho, em 25 de janeiro. Em respeito à memória das vítimas, houve um minuto de silêncio.

Inhotim está a 18 quilômetros de Córrego do Feijão, o lugarejo mais devastado pelos rejeitos de minério.


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A maioria dos 600 funcionários do museu conhecia ao menos uma vítima.


Pelo menos 41 trabalhadores do local têm um famíliar na lista dos 157 corpos retirados da lama ou na das 182 vítimas que continuam debaixo dos rejeitos de minério.

Em nota, o museu informou que "a tragédia provocou impactos imediatos no Instituto, uma vez que, dos cerca de 600 funcionários que emprega, 80% moram na região". 

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