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Trio é preso após aplicar golpes e vender produtos falsos durante tragédia em Juiz de Fora (MG)

Conforme apurado, os suspeitos, de 20, 43 e 66 anos, estariam se aproveitando do momento de fragilidade da população para vender mercadorias falsificadas

Minas Gerais|Arnon Gonçalves, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Três homens foram presos em Juiz de Fora por aplicar golpes e vender produtos falsificados durante a calamidade pública causada por chuvas.
  • Os suspeitos, com idades de 20, 43 e 66 anos, estavam aproveitando a fragilidade da população para enganar compradores com mercadorias contrafeitas.
  • Entre os itens apreendidos estavam roupas, perfumes e eletrônicos conhecidos, todos vendidos como originais.
  • Os homens foram autuados por crimes contra a propriedade industrial e a Polícia Civil pede que vítimas formalizem denúncias.

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Conforme apurado, os suspeitos, de 20, 43 e 66 anos, estariam se aproveitando do momento de fragilidade da população para vender mercadorias falsas
Conforme apurado, os suspeitos, de 20, 43 e 66 anos, estariam se aproveitando do momento de fragilidade da população para vender mercadorias falsas

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu três homens suspeitos de aplicar golpes e comercializar produtos falsificados em Juiz de Fora, na Zona da Mata, durante a operação “Burla”, realizada nesta terça-feira (3). A ação também resultou na apreensão de dois veículos de luxo utilizados pelo grupo, de nacionalidade portuguesa.

Segundo a polícia, as investigações começaram durante o acompanhamento das áreas afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o município, atualmente sob decreto de calamidade pública. Conforme apurado, os suspeitos, de 20, 43 e 66 anos, estariam se aproveitando do momento de fragilidade da população para vender mercadorias contrafeitas como se fossem originais, oferecendo supostos descontos.


Mercadorias falsificadas

Entre os produtos apreendidos estão ternos, roupas, óculos, perfumes, malas, mochilas, panelas e faqueiros de marcas renomadas. Todo o material era comercializado de forma enganosa.

A Polícia Civil identificou que o grupo já teria adotado o mesmo modus operandi em outras cidades mineiras, como Patos de Minas e Rio Paranaíba.


Prisões em hotel no Centro

Com base no trabalho de inteligência, os policiais monitoraram o deslocamento dos suspeitos e realizaram a abordagem no momento em que eles chegavam a um hotel no Centro de Juiz de Fora.

Nos veículos e em três quartos ocupados pelo grupo foram encontrados volumes expressivos de produtos falsificados. De acordo com a PCMG, os homens confessaram a prática criminosa e admitiram que armazenavam o material nos quartos do hotel.


Uma mulher de 43 anos que estava com o grupo foi ouvida, negou envolvimento com os crimes e foi liberada.

“O que identificamos é que os investigados estavam atuando justamente em um momento de fragilidade social, buscando se aproveitar da situação enfrentada pela cidade para aplicar golpes”, afirmou o delegado Márcio Rocha. “A resposta foi rápida e firme, para impedir que mais pessoas fossem lesadas”, completou.


Encaminhamentos

Os três suspeitos foram autuados em flagrante por crimes contra a propriedade industrial e associação criminosa. Após os procedimentos de polícia judiciária, eles foram encaminhados ao sistema prisional.

Os dois veículos de luxo utilizados pelo grupo também foram apreendidos e removidos para um pátio credenciado.

A Polícia Civil orienta que possíveis vítimas que tenham adquirido produtos do grupo procurem uma delegacia para formalizar denúncia.

O nome da operação, “Burla”, faz referência ao termo utilizado em Portugal para designar o crime equivalente ao estelionato no Brasil, em alusão à conduta praticada pelos investigados.

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