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Calor, barulho e aglomeração: veja como proteger os pets no Carnaval

Com a chegada do Carnaval, muitos responsáveis incluem seus pets na programação da folia, seja em encontros temáticos ou em blocos...

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Com a chegada do Carnaval, muitos responsáveis incluem seus pets na programação da folia, seja em encontros temáticos ou em blocos pet-friendly. O Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) alerta que, embora a participação possa acontecer, o bem-estar animal deve ser prioridade.


O uso de fantasias, cada vez mais comum neste período, exige atenção. Roupas muito quentes ou apertadas podem causar desconforto, restringir os movimentos e aumentar o risco de hipertermia, especialmente em dias de altas temperaturas. A recomendação é optar por tecidos leves, evitar peças que cubram olhos, focinho e ouvidos e limitar o tempo de uso apenas ao necessário, sempre observando a reação do animal.

Além da fantasia, o ambiente também deve ser avaliado com cautela. Aglomerações, som alto, buzinas e fogos podem provocar estresse, medo e até fugas. Mesmo em blocos considerados pet-friendly, é importante verificar se o espaço é ventilado, se há sombra e se não há excesso de pessoas.


Os responsáveis devem estar atentos aos sinais de desconforto, como pupilas dilatadas, orelhas abaixadas, postura curvada e cauda baixa ou entre as patas. Esses comportamentos indicam medo ou estresse e são sinais de que o animal deve ser retirado do local.

De acordo com o vice-presidente do CRMV-PB, médico-veterinário Wilson Wouflan, alguns cuidados são essenciais para proteger a saúde dos pets durante o Carnaval: vacinação e vermifugação em dia, acesso constante à água fresca, evitar exposição ao calor excessivo, manter os animais em ambientes ventilados e com sombra e atenção ao estresse causado por barulho e aglomeração. Ele reforça que a diversão dos tutores não pode colocar em risco o bem-estar animal.


O médico-veterinário destaca ainda a importância de manter o pet sempre com coleira, guia e identificação atualizada, além de redobrar a atenção com possíveis ingestões de alimentos inadequados, bebidas alcoólicas, confetes ou outros objetos espalhados nas ruas.

“O Carnaval é um período de alegria, mas cada animal possui limites e necessidades próprias. Em muitos casos, permanecer em casa, em um ambiente tranquilo e familiar, pode ser a opção mais segura”, orienta.


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