Caso Henry Gabriel: vizinhas relatam que criança teria sido violentada outras vezes
O menino Henry Gabriel, de apenas 1 ano e 11 meses, que morreu após nesta quarta-feira (24), após dar entrada no Hospital da Mulher...
Portal Correio|Do R7
O menino Henry Gabriel, de apenas 1 ano e 11 meses, que morreu após nesta quarta-feira (24), após dar entrada no Hospital da Mulher com sinais de agressão, já teria sido vítima de violência em outros episódios. Foi o que revelou duas vizinhas, em entrevista à TV Correio, durante depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital.
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Segundo informações da TV Correio, a equipe médica constatou que a criança apresentava diversas marcas de violência física. O Instituto de Polícia Científica (IPC) descartou sinais de violência sexual, mas identificou traumatismo cranioencefálico, hemorragia interna e ruptura no fígado. O laudo final da perícia deve ser concluído em até dez dias. O corpo já foi liberado para o velório.
Relatos de vizinhas
Vizinhas relataram que a morte de Henry não foi um episódio isolado. Em entrevista à TV Correio, elas disseram que a criança já havia aparecido outras vezes com hematomas e ferimentos suspeitos.
Andreia Gomes contou que o marido foi o primeiro a socorrer o menino:
Já Karolaine da Silva afirmou que os sinais de maus-tratos eram frequentes:
Investigações
A Polícia Civil segue investigando o caso. A delegada Flávia Assad está colhendo os depoimentos de familiares e testemunhas, além de analisar o laudo pericial, para apontar o crime e indiciar os suspeitos.
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Meu marido correu para dentro do quarto onde ele estava. A avó não teve coragem de pegar, a mãe também não. Meu marido pegou ele nos braços, mas ele estava cheio de marcas, com o rosto e o pescoço roxos. Ele já estava sem vida. Há um mês, esse menino amanheceu com os olhos roxos e a testa inchada. A mãe disse que foi uma queda, mas a gente não acreditava
Henry já apareceu com queimadura de cigarro, muito arranhado, desmaiado. A gente pedia para ela levar o menino ao hospital, mas ela não levava. O que mais dói é a culpa. A gente presenciava e não fazia nada. Hoje eu digo: denunciem sempre, não deixem chegar a esse ponto








