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‘Que seletividade é essa?’, questiona Capitã Rebeca após deixar coordenação de fiscalizações da Guarda Municipal

A secretária executiva da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa, Capitã Rebeca, afirmou que foi alvo de tratamento...

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A secretária executiva da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa, Capitã Rebeca, afirmou que foi alvo de tratamento seletivo ao comentar a revogação da portaria que a retirou da coordenação das fiscalizações da Guarda Civil Municipal. A declaração foi feita na tarde desta sexta-feira, durante entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio Correio.

“No início, foi um pouco conturbado, porque fui pega de surpresa. Sempre busquei fazer nosso trabalho, conversando com o pessoal e respeitando a autonomia e a independência deles”, afirmou.


Ao rebater a justificativa apresentada pelo secretário João Almeida, que classificou a antiga portaria como uma “usurpação”, Capitã Rebeca explicou que nunca exerceu funções de comando dentro da Guarda Municipal, nem ocupou cargos que, por lei, são restritos a integrantes da corporação.

Ela citou a Lei Federal nº 13.022/2014, que estabelece o Estatuto Geral das Guardas Municipais, para explicar que as funções de comando, subcomando e diretoria devem ser exercidas por guardas de carreira, condição que, segundo ela, jamais tentou assumir.


“A minha missão na Guarda não tem nada a ver com comando, subcomando ou diretoria. Eu sou policial militar há 14 anos e estou como secretária executiva. O secretário dizer que eu estava usurpando não faz sentido”, declarou.

Durante a entrevista, a secretária executiva apontou o que classificou como tratamento desigual dentro da própria estrutura da Guarda Civil Municipal de João Pessoa. Sem citar nomes, ela afirmou que há, atualmente, uma diretoria da corporação comandada por um policial rodoviário federal, situação que, segundo ela, não gerou o mesmo tipo de questionamento.


“Se fosse esse o caso, se eu estivesse exercendo uma função que não deveria ser minha, hoje não existiria uma diretoria sendo comandada por um PRF. Que seletividade é essa? Só eu que não posso?”, questionou.

Capitã Rebeca também afirmou que pretende se reunir com o prefeito Cícero Lucena para discutir os próximos encaminhamentos após o episódio. Segundo ela, qualquer decisão será tomada com cautela. Até que haja essa conversa, a secretária executiva garantiu que segue normalmente no cargo e mantendo suas atividades na Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania.

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