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Operação desarticula bando que matou o empresário Mário Gouveia

Integrantes são suspeitos de homicídio - quase 30 -, latrocínio, tráfico de armas, constituição de milícia privada, tráfico de drogas, roubo qualificado, e organização criminosa

Folha de Pernambuco|Do R7

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Integrantes são suspeitos de homicídio - quase 30 -, latrocínio, tráfico de armas, constituição de milícia privada, tráfico de drogas, roubo qualificado, e organização criminosa
Integrantes são suspeitos de homicídio - quase 30 -, latrocínio, tráfico de armas, constituição de milícia privada, tráfico de drogas, roubo qualificado, e organização criminosa

A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, na manhã desta sexta-feira (17), a Operação “Punisher”para desarticularintegrantes de uma organização criminosa envolvidas na prática de sete crimes. De acordo com a PCPE, os participantes da facção participaram doassassinato do empresário Mário Gouveia, dono do Parque Aquático Águas Finas, no km 17 da Estrada de Aldeia.

Os integrantes do bando são suspeitos de homicídio, latrocínio, tráfico de armas, constituição de milícia privada, tráfico de drogas, roubo qualificado e organização criminosa. Na ação, 12 mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão domiciliar foram sendo cumpridos em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. 


De acordo com delegado Ivaldo Pereira, o grupo organizado matava por aluguel. Dentre os presos, está um armeiro - pessoa que fica responsável por consertar e entregar as armas ao grupo. Na residência em que ele foi encontrado, 24 armas foram apreendidas, além de um maquinário para a fabricação de munições.

“Foram autores do roubo de Águas Finas. É uma milícia; aproximadamente 30 armas foram encontradas com esses indivíduos. Os seis anteriormente presos, todos com mandados por homicídio e latrocínio. É um grupo que possui cerca de 30 homicídios. Mário, inclusive, conhecia esse pessoal. Eles foram lá para roubar, mas seu Mário reagiu com toda razão, atingindo alguns componentes. Então, veio essa ordem para matá-lo”, afirmou o delegado.


Ainda segundo o delegado, o principal alvo das investigações era Luciano Josuel, líder da organização criminosa e também preso na operação. Ele era responsável pela articulação com o armeiro e organizava a cobrança do dinheiro. Segundo a PCPE, Luciano também estaria envolvido em uma série de homicídios, inclusive seria responsável pela morte do próprio irmão.

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As investigações começaram em setembro do ano passado,sob a coordenação da delegada Euricélia Nogueira, vinculada à Diretoria Integrada Metropolitana (DIM). Sessenta policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães estão envolvidos na operação. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.

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