Qual tipo de tutor é você? Descubra como é a sua relação com o seu animal de estimação
Da rotina organizada ao carinho “grudento”, conheça perfis comuns de quem convive com cães e gatos
Portal EdiCase|Do R7

Cachorros e gatos estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros. No entanto, nem todos os tutores se relacionam com os animais da mesma forma. Para alguns, o pet é tratado como um “filho”, com atenção constante, muitos cuidados e grande envolvimento emocional. Para outros, a relação é marcada por carinho e responsabilidade, mas de maneira mais prática e com menos apego.
Essas diferenças ajudam a explicar os distintos perfis de tutores. Na prática, cada pessoa demonstra afeto de um jeito, cria hábitos específicos e estabelece um tipo de vínculo com o animal, que pode variar conforme rotina, personalidade e experiências anteriores. Veja abaixo!
1. O tutor “pai/mãe de pet”
Esse é o perfil que trata o animal como um membro da família em tempo integral. Geralmente, ele conversa com o pet, comemora aniversários, compra brinquedos, roupas e se preocupa com detalhes do dia a dia, como humor e comportamento.
O vínculo é intenso e emocional, e o tutor costuma perceber rapidamente qualquer mudança. O afeto aparece em colo, carinhos, atenção constante e muita presença. Esse tipo de tutor também tende a investir em saúde preventiva, consultas regulares e alimentação de qualidade.
2. O tutor protetor e preocupado
O tutor protetor ama o pet, mas demonstra isso principalmente por meio do cuidado e da prevenção. Ele é aquele que pesquisa sintomas, pergunta ao veterinário, evita riscos e costuma ser mais rígido com segurança, como passeios com guia, telas nas janelas e controle de pulgas e carrapatos. A relação é afetuosa, porém marcada por atenção constante aos perigos. Esse perfil cria um vínculo forte, porque o animal percebe a previsibilidade e a proteção.
3. O tutor disciplinador e de rotina
Esse tipo valoriza organização e regras claras. Ele costuma ter horários definidos para alimentação, passeios e brincadeiras, além de se preocupar com educação, limites e convivência. O vínculo é construído pela constância: o pet sabe o que esperar e se sente seguro.
O tutor demonstra afeto com atitudes práticas, como ensinar comandos, treinar com paciência e manter o animal equilibrado. Muitas vezes, é o perfil que mais investe em adestramento e socialização. Ele pode não ser o mais “meloso”, mas normalmente é muito responsável.
4. O tutor carinhoso e “grudento”
Esse é o tutor que gosta de contato físico e está sempre procurando abraçar, beijar, fazer carinho e ficar perto. Ele costuma permitir que o pet suba no sofá, durma na cama e acompanhe tudo dentro de casa. O afeto é demonstrado com presença, atenção e uma relação muito próxima. O vínculo tende a ser intenso, principalmente com cães, mas também pode acontecer com gatos mais sociáveis.
5. O tutor prático e equilibrado
Esse perfil ama o animal, cuida bem, mas sem transformar o pet no centro absoluto da rotina. Ele oferece alimentação adequada, higiene, passeios e veterinário quando necessário, porém mantém uma relação mais tranquila. O afeto aparece em cuidados consistentes, brincadeiras moderadas e respeito ao espaço do animal.
O vínculo costuma ser estável e saudável, porque não há excesso de cobrança emocional. Esse tutor geralmente entende que o pet é parte da família, mas também reconhece que o animal precisa de rotina, limites e independência.














