Sob a sombra de Flávio Bolsonaro, Mauro Vieira representa o Brasil em posse no Chile
Recusa de Lula em comparecer ao evento de Kast expõe tensão entre o Planalto e o governo eleito; Itamaraty nega desconforto e trata substituição como protocolar
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Lula se recusou a ir à posse do eleito no Chile, José Antônio Kast, marcada para esta quarta-feira (11). Mauro Vieira, chanceler brasileiro, ficou com a bucha. O climão no ambiente diplomático é notório e, mais uma vez, o Ministro das Relações Exteriores representará o Brasil para a recusa não ficar tão deselegante.
O problema disso tudo chama-se Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, que disse ter sido recebido como chefe de Estado, no país vizinho. A avaliação no entorno do Planalto é que a presença dos dois, no mesmo ambiente, poderia “gerar ruídos políticos e desviar o foco” da cerimônia oficial.
Leia mais
Mas o Itamaraty, como tem feito diversas vezes, tenta abafar o desconforto gerado. “O governo brasileiro sempre é representado nas posses, e o próprio ministro já foi a algumas nessa gestão. O mesmo ocorre com outros países, representados por chanceleres ou outros ministros”.
Mauro Vieira chegou ao Chile e não ainda não falou com a imprensa. O chanceler é a voz oficial do governo brasileiro em fóruns multilaterais, como as Nações Unidas, quando o presidente não está. Nessa ocasião, atua defendendo a reforma de estruturas de governança global e a defesa da paz.
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp












