Augusto Nunes A cloroquina já salvou muitas vidas. E não matou ninguém 

A cloroquina já salvou muitas vidas. E não matou ninguém 

O que esperam os doutores para abdicar da teimosia e render-se aos fatos

A hidroxicloroquina ajudou a recuperar alguns infectados pelo coronavírus

A hidroxicloroquina ajudou a recuperar alguns infectados pelo coronavírus

Divulgação

Todo mundo sabe que a hidroxicloroquina ajudou a recuperar numerosos infectados pelo coronavírus. Entre eles estão dois médicos célebres — o infectologista David Uip e o cardiologista Roberto Kalil —, a mulher do neurocirurgião Marcos Stávale, o general Augusto Heleno e dezenas de pacientes menos conhecidos espalhados por distintos países.

Pelo menos até agora, não se sabe de um único infectado que
tenha morrido em consequência de efeitos colaterais do uso do  medicamento. Como o paciente só toma esse remédio depois de examinados pelo especialista que o atende as possíveis contra-indicações, os riscos são reduzidos a zero.

Também se comprovou que a eficácia da cloroquina aumenta quando associada a outras substâncias usada no início da infecção. Tudo somado, o que esperam os doutores para render-se às evidências de que a hidroxicloroquina pode salvar muitas vidas?

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