Epidemia de malandragem

  • Augusto Nunes | Do R7

FILE PHOTO: Professor Gottfried Kremsner injects a vaccination against the coronavirus disease (COVID-19) from German biotechnology company CureVac to a volunteer at the start of a clinical test series at his tropical institute of the university clinic in Tuebingen, Germany, June 22, 2020. REUTERS/Kai Pfaffenbach/File Photo

FILE PHOTO: Professor Gottfried Kremsner injects a vaccination against the coronavirus disease (COVID-19) from German biotechnology company CureVac to a volunteer at the start of a clinical test series at his tropical institute of the university clinic in Tuebingen, Germany, June 22, 2020. REUTERS/Kai Pfaffenbach/File Photo

Kai Pfaffenbach/Reuters - 22.06.2020

Prefeitos pilantras

Os prefeitos que furaram a fila da imunização juram que agiram assim para ensinar ao povo a importância de vacinar-se. Para ensinar ao povo a importância de ser honesto, convém premiar os prefeitos malandros com uma temporada na cadeia.

Vadiagem extenuante

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, vulgo APEOESP, também quer furar a fila da imunização. Como tentaram os ministros do Supremo, como fizeram prefeitos pilantras, os dirigentes da entidade reivindicam sua inclusão na primeira etapa da vacinação, antes mesmo dos idosos em situação de alto risco.

Os militantes da Apeoesp estão ganhando sem trabalhar desde março de 2020. Acham pouco. Animados com o sumiço das aulas presenciais, lutam para castigar os alunos com a eternização da quarentena mais extensa do mundo. Cresce a suspeita de que grassa entre os sindicalistas disfarçados de professores um intrigante tipo de exaustão causado pelo excesso de descanso.

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