Os melhores piores momentos dos 40 anos do PT (Parte 4)
O fecho glorioso do Curso Intensivo de Besteirol da Professora Dilma Rousseff
Augusto Nunes|Do R7 e Augusto Nunes

No último módulo do curso ministrado por Dilma Rousseff para compensar o naufrágio do Festival dos 40 Anos do PT, as aulas mostrariam algumas variações do subdialeto inventado pela ex-presidente: dilmês castiço, dilmês rústico e dilmês primitivo. A trinca de maluquices permite acompanhar com perturbadora nitidez o funcionamento do neurônio solitário.
Na primeira lição, num assombroso palavrório que virou letra de música, Dilma saúda a conquista da mandioca, lembra que a mandioca não seria tão vitoriosa sem a parceria com o milho e surpreende o planeta com a descoberta da mulher sapiens.
A segunda lição apresenta uma performance de Dilma em Nova York, numa entrevista coletiva concedida depois do encontro com o presidente Barack Obama. A doutora em nada ensina que dentifrício é aquilo onde fica a pasta de dente, que não volta mais quando sai do dentifrício, que os demais brasileiros insistem em chamar de tubo.
Na terceira lição, Dilma abre a Caixa de Pandora, que segundo a mitologia grega deveria ficar fechada por conter todos os males da Humanidade, e tira dali acentos circunflexos em espanhol, frases sem pé nem cabeça e ─ de novo ─ a pasta que sai do dentifrício.
A mandioca se uniu ao milho graças à mulher sapiens:
A pasta e o dentifrício:
O acento circunflexo da caixa de Pandora:
