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8 erros cruciais que você pode cometer com carros automáticos

Transmissão automática é durável e requer cuidado permanente

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • 6,5 a cada 10 veículos novos no Brasil têm transmissão automática, exigindo cuidados especiais.
  • Erros comuns podem danificar a transmissão automática, aumentando custos de manutenção.
  • Entre os erros, estão engatar marchas com o carro em movimento e acelerar bruscamente com o câmbio frio.
  • A troca de óleo deve ser feita a cada 40.000 km e sinais de problemas não devem ser ignorados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Atualmente, 6,5 a cada 10 veículos novos vendidos no país contam com câmbio automático, que facilita a condução no trânsito intenso, mas também exige cuidados do motorista Freepik/Divulgação

Atualmente de cada 10 veículos novos vendidos no país, 6,5 são equipados com transmissão do tipo automática. O câmbio automático facilita o dia a dia especialmente no trânsito pesado e engana-se que basta dirigir o carro sem se preocupar com ele.

A transmissão automática pode ser do tipo CVT, dupla embreagem ou tradicional com conversor de Torque, mas os cuidados preventivos e durante o uso são os mesmos.


Muitos motoristas desconhecem que alguns hábitos podem reduzir a vida útil do câmbio automático, cuja manutenção é bem mais cara que a do manual Freepik/Divulgação

Muitos motoristas não sabem mais alguns comportamentos podem prejudicar a vida útil do câmbio automático.

Esse tipo de transmissão tem custo de manutenção muito mais alto que o câmbio manual. Alguns cuidados são importantíssimos.


O R7-Autos Carros preparou um guia com 8 erros cruciais que podem prejudicar a vida útil do seu carro Freepik/Divulgação

Por isso o R7-Autos Carros preparou um guia com 8 erros cruciais que podem custar a “vida” da transmissão automática do veículo:

* Engatar P/R com o carro em movimento: causa danos às engrenagens e à trava de estacionamento (pinhão). O motorista deve ter cuidado com a alavanca. Só deve acionar o “P” ou “R” com o veículo parado e jamais em movimento.


Engatar as posições P ou R com o veículo em movimento pode danificar engrenagens e a trava de estacionamento Freepik/Divulgação

* Acelerar bruscamente com o câmbio frio: aumenta o atrito e o esforço no sistema. Assim como o motor, o funcionamento e a aceleração devem ser progressivos. Ao sair de casa, pela manhã ou após longas horas sem utilizar o carro é preciso acelerar gradativamente.isso ajuda a melhorar a circulação do fluido dentro do sistema da transmissão.

Acelerar bruscamente com o câmbio frio eleva o atrito e o esforço do sistema, por isso a condução deve ser progressiva Freepik/Divulgação

* Segurar o carro em subidas/descidas com o acelerador: acumula calor no fluido da transmissão. Use o freio.


Segurar o carro em subidas ou descidas apenas com o acelerador gera excesso de calor no fluido da transmissão Freepik/Divulgação

* Usar o neutro (N) em semáforos ou descidas: despressuriza o sistema e sobrecarrega os freios, perdendo o freio motor. Diferente de algumas correntes que dizem que o câmbio fica mais econômico quando posicionado em neutro, esta é uma grande falácia. O veículo em movimento deve estar sempre com alavanca na posição “D”.

* Deixar o pé na alavanca (D): aplica pressão contínua em componentes internos, causando desgaste. Ao parar no semáforo basta ficar com o pé no freio.

Manter o pé apoiado na alavanca em D exerce pressão contínua sobre componentes internos e provoca desgaste Freepik/Divulgação

* Tentar “pegar no tranco”: pode quebrar a correia ou a trava do câmbio, sendo perigoso. O carro automático não foi feito para uma partida emergencial.

Em caso de quebra ou de falta de energia para a partida, o ideal é remover o veículo para uma oficina e não fazer a partida rápida ou emergencial utilizando outra bateria com cabo de transmissão de energia.

* Ignorar o intervalo de troca de óleo: esse é o maior erro de todos para a proprietários de carros com câmbio automático. Hoje, recomenda-se a troca do fluido da transmissão a cada 40.000 km rodados em qualquer tipo de transmissão automática.

O fluido deve ter a consistência correta para aplicar a pressão adequada sobre os componentes internos e por isso deve ser trocado preventivamente.

* Ignorar sinais de que o carro precisa de manutenção na transmissão automática. Sinais como trancos, luzes acesas no painel e dificuldades na evolução na troca de marchas são sinais claros de que o câmbio precisa de manutenção.

Neste caso, o veículo deve ser recolhido para uma oficina para passar por uma análise de um profissional experiente em câmbio automático.

Os reparos de fato são mais caros do que a transmissão manual, mas também podem ser feitos preventivamente.

Em caso de qualquer “sintoma” como luzes acesas no painel, que são o primeiro sinal, o veículo deve ser avaliado por um profissional experiente no assunto.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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