Amarok será híbrida a partir do ano que vem, diz sindicato
Projeto pode vir em parceria com a SAIC chinesa e já tem nome

A “nova” Amarok estreou em outubro do ano passado nas lojas e até agora não empolgou os consumidores por aqui. Mas os argentinos terão uma solução em breve: uma nova Amarok com opção de motor híbrido produzida em General Pacheco. A informação é de Mario Manrique, secretário-geral adjunto do SMATA, sindicato dos metalúrgicos da Argentina.

Manrique afirmou à rádio Gráfica FM argentina que esteve recentemente na Alemanha e conheceu o projeto para a produção de uma picape que irá substituir a Amarok. Com produção concentrada em general Pacheco, a nova geração terá opção a combustão e híbrida, algo inédito para a indústria local.

A nova picape faz parte do “Projeto Patagônia” e encaixa com a fala dos executivos da Volkswagen por ocasião do lançamento do facelift da Amarok. Seria uma mudança para durar até no máximo quatro anos.

“Na Volkswagen (Alemanha) nos deram um modelo novo para 2026, que se soma a outros projetos similares que já temos na Toyota e Ford. Serão veículos híbridos e a combustão”, disse Manrique.

Fato é que não teremos a Volkswagen Amarok produzida sobre a base da Ranger na América Latina. A chance é que a Volkswagen desenvolva o projeto em andamento com a SAIC chinesa que já tem a picape Maxus T90 em fase adiantada e que poderia ser feita em Pacheco.

Na China a Maxus combina motor 2.0 turbodiesel com 218cv e motor elétrico de 175cv com baterias de 75kw. Seria uma nova saída mais rápida e eficiente para dar um salto de modernidade para a Amarok tanto na Argentina quanto aqui no Brasil.















