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Carro na blitz? Veja o que fazer nessa hora

Se a documentação estiver atrasada o veículo pode ir para o pátio: saiba como resolver

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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Quando o veículo está irregular — documento vencido, pneus gastos ou modificações fora da lei — a blitz pode terminar no guincho Divulgação/Freepik

Carro parado e com alguma irregularidade? Se uma autoridade policial parar seu veículo em uma blitz e ele tiver documento atrasado ou problemas como pneus gastos, veículo rebaixado ou algum item irregular, o guincho pode ser um destino trágico. Há vários motivos para o automóvel ser recolhido como prevê legislação.

Documentação atrasada, como IPVA ou licenciamento, é o motivo mais comum para o veículo ser guinchado Divulgação/CET SP

O motivo mais comum para o veículo ser guinchado é a documentação atrasada. Falta de pagamento do IPVA e licenciamento levam ao bloqueio do documento e por isso o automóvel pode ser guinchado. A solução é entrar em uma burocracia inevitável para poder ter o carro de volta. O R7-Autos Carros mostra o passo sobre como resolver isso:


Quando o automóvel é guinchado por documentação atrasada, é preciso quitar impostos e multas. Algumas multas levam dias para sair do sistema, e só depois é possível pagar o licenciamento Divulgação/DETRAN SP

Pagamento das dívidas: se o carro for recolhido por documentação atrasada, é inevitável fazer o pagamento dos impostos devidos. Se houver multas, estas poderão levar até dois ou três dias para deixarem o prontuário do veículo para que só então o licenciamento seja pago. A quitação destes impostos deve ser sempre à vista.

Em alguns estados e cidades, como São Paulo, dá para pagar os impostos na hora e evitar que o veículo seja guinchado Divulgação/DETRAN DF

Nos Detran de alguns estados e também em algumas cidades do país é possível pagar os impostos na hora para evitar que o veículo seja guinchado. É o caso do estado de São Paulo.


Além de quitar multas e impostos, o motorista ainda precisa pagar o guincho e as diárias do pátio Divulgação/CET SP

Pague as taxas de guincho e estadia: além de pagar as multas e os impostos devidos, o dono do veículo terá que pagar a taxa de remoção (guincho) e as diárias de permanência no pátio. Esses valores variam de acordo com o estado e o órgão de cobrança.

Em São Paulo, o guincho pode custar de R$ 285 a R$ 4.400, e a diária no pátio vai de R$ 24 a R$ 254 por dia Divulgação/Freepik

Em São Paulo o custo do guincho varia de R$ 285 a R$ 4.400. A diária varia de R$ 24 a R$ 254 por dia. A quitação destes valores também deverá ser feita à vista.


Em algumas cidades e Detrans, não é preciso alvará: com todos os impostos pagos e o licenciamento em dia Divulgação/Freepik

Emita o alvará de liberação: Após o pagamento dos débitos e taxas, você deverá solicitar o alvará de liberação na prefeitura.

Em algumas cidades e alguns Detran não é necessário emitir alvará de liberação. Basta que todos os impostos estejam pagos e o veículo devidamente licenciado para que seja liberado no pátio.


Compareça ao pátio: Com o alvará e os comprovantes, vá ao pátio onde o veículo está depositado para retirá-lo. Em alguns casos, conforme o tipo de infração, será necessário fazer a troca de um pneu ou conserto irregular do veículo no próprio local, o que nem sempre é tarefa fácil.

Segundo o Artigo 328 do Código de Trânsito, se não retirado a tempo, o veículo pode ser leiloado após 60 a 90 dias Divulgação/Freepik

Em alguns casos, como alterações que devem ser revistas, o veículo deverá passar por uma vistoria para que então seja liberado para o próximo licenciamento.

É importante lembrar que conforme o Artigo 328 do Código de Trânsito Brasileiro, o veículo poderá ser leiloado após o prazo que, em geral, varia de 60 a 90 dias. Especialmente se o carro tiver mais dívidas do que o seu valor venal, isso pode acelerar o processo de leilão para que as dívidas com o Estado sejam regularizadas.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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