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Duas cidades no Sul já decretaram emergência por falta de combustíveis

Conflito no Oriente médio dificulta importação e preocupa entidades

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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Preço dos combustíveis Freepik/Divulgação

A interrupção parcial no abastecimento de combustíveis já levou municípios brasileiros a decretarem situação de emergência, com destaque para duas cidades no Rio Grande do Sul que enfrentam dificuldades para manter serviços essenciais.

Abastecimento de veículo movido a gasolina Freepik/Divulgação

As cidades de Tupanciretã e Formigueiro decretaram emergência por falta de óleo diesel usado no transporte. O cenário expõe fragilidades logísticas e ocorre em um momento de alta nos preços, especialmente do diesel, pressionado pelo mercado internacional de petróleo com a Guerra no Oriente Médio.


Emergência no Sul e impacto direto nos serviços


Nos municípios gaúchos, a escassez de combustíveis já afeta diretamente atividades básicas, como transporte público, coleta de lixo, atendimento de saúde e operação de maquinário agrícola. Com estoques reduzidos ou inexistentes, as prefeituras adotaram medidas emergenciais para priorizar o uso do combustível disponível em serviços essenciais.

Abastecimento de gasolina Freepik/Divulgação

A situação também impacta o abastecimento privado, com postos operando com restrições ou sem previsão de reposição, gerando filas e aumento da incerteza para consumidores e empresas.


Petróleo em alta


A cotação do barril voltou a subir nas últimas semanas chegando a US$ 100,3 (brent), impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio. O Brasil ainda depende parcialmente da importação de diesel que abastece caminhões, ônibus e também veículos utilitários.

Posto de combustível Freepik/Divulgação

O conflito envolvendo Irã, Israel e EUA, incluindo o bloqueio de rotas, gerou temores de interrupção no fornecimento global de energia. A Petrobras anunciou nesta semana uma elevação de 11,6% no preço do diesel que teve o preço médio elevado de R$ 6,80 para R$ 7,26 segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O governo federal já fiscalizou mais de 1.100 postos para conter o que chamou de “abusos” mas entidades como a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis) em parceria com a Stonex afirmam que o diesel está R$ 3 abaixo da cotação internacional.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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