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Estudo com carros elétricos indica que baterias podem durar mais que o veículo

Estudo da generational mostram que baterias mantém 100% de carga mesmo após 160.000km rodados

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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Estudo da generational mostram que baterias mantém 100% de carga mesmo após 160.000km Generation battery UK/Reprodução

Um novo relatório sobre o desempenho de baterias de veículos elétricos vem reforçando uma tendência que tem ganhado espaço entre especialistas e analis­tas do setor automotivo: as baterias dos carros elétricos podem manter sua capacidade por tempo suficiente para superar a vida útil do próprio veículo. O estudo britânico elaborado pela consultoria especializada em baterias, chamado Generational Battery Performance Index, analisou dados reais de frotas e veículos usados e constatou que a saúde das baterias elétricas permanece em níveis elevados mesmo após rodarem longas distâncias, chegando a manter mais de 95% do estado de saúde (State of Health) em grande parte dos casos avaliados.


Outros estudos complementares apontam que a degradação média das baterias modernas gira em torno de 2% por ano

Os dados mostram que muitos elétricos com mais de 160 mil quilômetros rodados ainda apresentam baterias com capacidade robusta. Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, a quilometragem por si só se tornou um indicador frágil para avaliar a condição de uma bateria, já que veículos mais novos com muitos quilômetros podem apresentar desempenho de bateria superior ao de modelos mais antigos com menor uso.

Interior de um veículo elétrico

Esse cenário tem implicações diretas no mercado de usados e na percepção dos consumidores sobre os elétricos. A ideia de que a bateria pode ser o “ponto fraco” de um veículo elétrico — levando a custos elevados de substituição — vem sendo questionada por evidências cada vez mais consistentes de que a degradação é lenta e gradual.


GEELY EX5 tem autonomia de 413 km Marcos Camargo Jr. 18.09.2025

A análise da Generational também ressalta que fatores como padrões de uso e hábitos de recarga influenciam mais o desgaste da bateria do que a quilometragem acumulada, o que reforça a importância de um gerenciamento inteligente do sistema de bateria pelos próprios veículos e pelas práticas de uso dos proprietários. Veículos que passam por ciclos de recarga mais suaves e com gerenciamento térmico eficiente tendem a manter melhor o estado de saúde de suas baterias ao longo do tempo.

Outros estudos complementares apontam que a degradação média das baterias modernas gira em torno de 2% por ano, o que significa que mesmo após muitos anos de uso a bateria ainda retém uma parte significativa de sua capacidade original — índice que, em muitas situações, permite que o carro continue operando com autonomia funcional e desempenho aceitável.


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