Horse exibe ônibus elétrico brasileiro com motor de Kardian na Europa
Volare Attack 9 será lançado no segundo semestre de 2026

A Horse, empresa da Geely especializada na fabricação de motores, levou um projeto com DNA brasileiro à Busworld 2025.
O Volare Attack 9, que foi desenvolvido no Brasil em conjunto com a Marcopolo e a Weg, é a grande atração do espaço da Horse na maior feira de ônibus do planeta. O evento acontece até o próximo dia 9 de agosto em Bruxelas, na Bélgica.
Projeto de extensor de autonomia foi exibido no Brasil em 2024
O projeto foi apresentado em agosto de 2024 ainda como um protótipo durante a Lat.bus, principal evento do setor de ônibus na América do Sul.

Até o momento, a Marcopolo exibiu o veículo apenas como protótipo, mas uma fonte ligada à empresa revelou que a produção será iniciada no segundo semestre de 2026.
Antes disso, os europeus vão conhecer o projeto que usa o motor 1.0 turbo presente no Renault Kardian. No Attack 9, o propulsor HR10 replica a tecnologia flex presente no próprio Kardian, embora a Horse o anuncie apenas o etanol como combustível.

O motor funciona como um extensor de autonomia e opera exclusivamente como gerador (sem tracionar as rodas), seja para recarregar as baterias ou como fornecedor direto de energia ao motor elétrico.
Projeto pode usar motores movidos a diesel
A Horse chama o conjunto de H10 Rex. A potência gerada é de 70 kW (aproximadamente 95 cv) e, segundo a empresa, a economia de combustível pode chegar a 90% frente a um motor semelhante movido exclusivamente a diesel. Outra vantagem está no nível de ruído durante o funcionamento, que é consideravelmente mais baixo.
O sistema ainda é composto por um gerador da Weg, um inversor e um módulo de gerenciamento que distribui a energia conforme o uso.

Segundo a Horse, a solução pode ser aplicada com motores a combustão maiores e mais potentes. Tanto é que a empresa exibiu protótipos com motores 1.5 e 2.0 a diesel, com potências de 65 kW (88 cv) e 105 kW (143 cv), respectivamente.
As baterias, evidentemente, podem ser carregadas da mesma forma que em um carro elétrico sem extensor de autonomia.
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*colaboração: Vitor Matsubara
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