Moto é mais barato que andar de ônibus? Veja o custo de 5 motocicletas econômicas
Algumas motos podem superar os 50km/l e são mais econômicas que o transporte público

Com tarifa de ônibus urbano girando, em média, entre R$ 4,50 e R$ 5,00 nas capitais, a conta mensal do transporte pesa — especialmente para quem depende de dois deslocamentos diários. Nesse cenário, motocicletas de baixa cilindrada entram como alternativa financeira para quem quer economizar e ir de um ponto a outro sem gastar muito. O ponto-chave é o consumo, somado a custos fixos reduzidos (IPVA baixo, manutenção simples e seguro acessível) que colocam algumas motos mais baratas do que a tarifa do transporte.
Alguns estados como São Paulo isentaram as motos de baixa cilindrada do IPVA facilitando ainda mais essa conta. Para quem se dispõe a se aventurar pelas cidades a moto pode ser a melhor alternativa no dia a dia.

A seguir, um recorte objetivo com cinco motos econômicas vendidas no Brasil e seus números de consumo — base para comparar o custo mensal com o transporte coletivo.
Vamos considerar um deslocamento de 30km diários sendo 15 para ida e 15 para volta e comparar com o custo do transporte. Hoje a passagem de ônibus custa em média R$ 5 pelo país o que perfaz o valor de R$ 220 mensais (ida e volta). O preço médio do litro de gasolina é de R$ 6,40, suficiente para rodar até 50km em média com motos mais econômicas. Vamos às opções.

Honda Biz
• Consumo médio: até 50 km/l
• Perfil: uso urbano diário
• Destaque: câmbio semiautomático e confiabilidade mecânica
Com tanque pequeno e motor eficiente, a Biz costuma rodar mais de 500 km com cerca de R$ 60–70 em gasolina (valores médios considerando o preço do combustível bo país). Para quem faz 30 km por dia útil, o gasto mensal fica bem abaixo do ônibus em muitas cidades. E a conta é simples, com R$ 6,40 é possível rodar 50km sendo bem mais barato que gastar R$ 10 para viajar 30km da ida e volta ao trabalho.
Honda Pop
• Consumo médio: 55–60 km/l
• Perfil: deslocamento básico
• Destaque: peso reduzido e manutenção mínima

É uma das motos mais baratas de manter no país. Em uso urbano leve, o custo mensal de combustível pode ficar próximo de R$ 100, mesmo com uso diário. Assim, a média da Honda Pop é um custo em média 50% menor que a passagem de ônibus.
Yamaha Neo Connected
• Consumo médio: 45–50 km/l
• Perfil: mobilidade urbana com conectividade
• Destaque: conforto e painel conectado

Mesmo sendo scooter automática, mantém consumo competitivo. Para quem prioriza praticidade sem abrir mão de custo, entra fácil na conta. Com a praticidade do câmbio automático mesmo não sendo a mais econômica da lista ainda assim a Neo é mais barata que andar de ônibus.
Yamaha Aerox
• Consumo médio: 40–45 km/l
• Perfil: urbano com foco em desempenho
• Destaque: motor mais forte dentro da categoria
Consome um pouco mais, mas ainda fica abaixo do custo mensal do transporte coletivo em trajetos médios. É a opção para quem roda mais rápido e com maior carga. A recém lançada motocicleta da Yamaha tem custo também inferior a uma passagem de ônibus para rodar bastante pela cidade e também tem transmissão automática tornando o deslocamento mais confortável.

Shineray Worker
• Consumo médio: 45–50 km/l
• Perfil: trabalho e deslocamento diário
• Destaque: preço inicial baixo

Bastante usada por entregadores, entrega custo por quilômetro reduzido e peças baratas, o que pesa no longo prazo. A Worker também tem peças bem acessíveis. A moto de Shineray possui motor monocilíndrico de 123,67 cc, 7,2 cavalos de potência, câmbio de 4 marchas, tanque de 14L e um bom rendimento além do baixo custo de aquisição para o uso diário. Para quem gosta de design diferenciado a Worker ainda tem perfil “café racer” parecendo com uma moto antiga e um conjunto mecânico bem simplificado.

JEF 150
• Consumo médio: 35–40 km/l
• Perfil: uso urbano e misto
• Destaque: cilindrada maior mantendo custo controlado
Mesmo com motor 150 cc, ainda se mantém competitiva frente ao ônibus quando o deslocamento diário passa de 20 km. A motocicleta tem o perfil bem conhecido dos mecânicos e também custo mais baixo de aquisição na categoria. O motor tem 150cv e 20cv com câmbio de cinco marchas e facilidade de encontrar peças no mercado de reposição.
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