Volkswagen testa vans que virão concorrer com Sprinter, Master e Ducato
Maxus Deliver será lançada pela linha de caminhões e ônibus e pode até ser produzida na Argentina

A Volkswagen está testando as novas vans da linha Maxus no Brasil. Já vistas nos arredores de Resende/RJ, a marca está circulando com os carros que tem a camuflagem no padrão dos veículos de teste da VW. As vans são oferecidas em vários países da Europa, Ásia e também na América Latina. O R7-Autos Carros teve acesso a um material que mostra os testes das vans Maxus em diversas configurações.

E a linha que está em teste nos arredores de Resende já indica que não será um produto comercializado pela divisão de automóveis e sim da Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO). Uma primeira fonte confirma: esse veículo não foi testado na divisão de automóveis e deve ser mesmo da VWCO. Maxus Deliver diesel e elétrica A linha Deliver usa a base da SAIC chinesa que também serve de plataforma para a futura Amarok que será feita na Argentina. E há dois caminhos para essa estreia: a produção no país vizinho ou a importação sendo que o primeiro caminho faz mais sentido.

E uma segunda fonte ligada à marca confirma que elas terão duas opções de motorização: híbrida e elétrica.

Em vários países a van da linha Maxus 3 é rival de Mercedes-Benz Sprinter, Ford Transit, Fiat Ducato, Citroën Jumpy e Peugeot Boxer. Tem configurações curtas e alongadas com teto alto ou mais baixo como suas concorrentes.

Existem motorizações bem conhecidas para a linha Deliver. A versão a combustão usa um motor diesel 2 litros com cerca de 160cv e a elétrica um motor com 204cv em inúmeras configurações. A versão a combustão usa tecnologia de válvulas variáveis, turbina de geometria variável e câmbio manual de seis marchas ou automático.

Importada da Ásia ou fabricada na Argentina junto com a futura Amarok, a Maxus Deliver seria uma concorrente forte para o segmento de vans comerciais no Brasil e nos países da região. Esse segmento foi explorado com sucesso nos últimos anos pela Ford Transit o que mostra que mesmo sem “tradição” em alguns setores, a capilaridade da marca pode fazer a diferença para a boa aceitação de um produto.
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