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Biden determina que exército americano ajude Israel após ataques do Irã

Casa Branca informa que o presidente e a vice-presidente estão monitorando a situação no Oriente Médio

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Joe Biden se reúne com Kamala Harris para discutir o aumento do conflito no Oriente Médio Reprodução/Instagram/@whitehouse

O lançamento de mais de 200 mísseis do Irã sobre Israel na tarde desta terça-feira (01) é um agravamento do conflito no Oriente Médio e colocou em alerta as autoridades americanas.

A Casa Branca informou que o presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris estão monitorando a situação em Israel numa sala de situação criada na sede do governo americano. Eles estão recebendo atualizações regulares do conflito, que são passadas pela equipe de segurança nacional.

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Biden determinou que “militares dos EUA ajudem na defesa de Israel contra os ataques iranianos e derrubem mísseis que tenham como alvo Israel”.

Os Estados Unidos já estavam preparados para um possível ataque significativo do Irã, tanto que já havia avisado Israel dos riscos. O governo Biden agora sugere aos aliados a atuar com moderação em um provável contra-ataque.

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A Guarda Revolucionária do Irã confirmou o ataque “no coração de Israel” como resposta às mortes dos comandantes do Hamas, Ismail Haniyeh, e do Hezbollah, Hassan Nasrallah, além do general de brigada iraniano, Abbas Nilforoushan.

O ataque iraniano ocorre no momento de escalada das tensões no Oriente Médio, em meio à ofensiva israelense no Líbano contra o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã.

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Os Estados Unidos são aliados históricos de Israel, mas o presidente Joe Biden vinha tentando um cessar-fogo na região antes de Israel começar os ataques terrestres contra o Hezbollah dentro do território do Líbano.

Os pedidos de cessar-fogo vinham sendo rejeitados por Israel, mas, diante do agravamento do conflito, o Pentágono já estava colocando mais militares americanos de prontidão para apoiar Israel.

O conflito no Oriente Médio aumenta em um momento delicado para o governo democrata, que está em meio a uma disputa eleitoral.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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