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Flávio Bolsonaro usa colete à prova de balas na Paulista

Senador e pré-candidato à Presidência obedece a recomendação de equipe de segurança da Polícia Legislativa do Senado

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro usou colete à prova de balas em evento na Avenida Paulista por recomendação da segurança do Senado.
  • Em seu discurso, ele buscou unir forças da direita e do centro, elogiando candidaturas alinhadas.
  • Criticou o presidente Lula e mencionou suspeitas sobre o filho do presidente relacionadas a repasses financeiros.
  • Expressou a intenção de eleger uma maioria no Senado para possíveis impeachment de ministros do STF.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro discursou na Avenida Paulista em ato neste domingo (1º) Divulgação/Assessoria Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro subiu ao trio elétrico na Avenida Paulista, no coração de São Paulo, usando colete à prova de balas. A recomendação, segundo fontes ligadas ao parlamentar, partiu da equipe de segurança da Polícia Legislativa do Senado Federal.

Ao blog, o senador Flávio Bolsonaro confirmou a informação: “recomendação da minha segurança. Sei do que o outro lado é capaz, tentaram com meu pai e peço a Deus que não aconteça comigo.”


A estratégia de segurança não é necessariamente uma novidade; Jair Bolsonaro começou a usar coletes durante a campanha de 2018 e continuou utilizando-os durante aparições com grande público.

No discurso, o senador mostrou que quer agregar mais forças de direita à campanha. Elogiou o deputado Nikolas Ferreira, que nos bastidores defende a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, à Presidência. O senador também afagou outro pré-candidato, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, mostrando que sua estratégia de unir o campo da direita e do centro — mesmo que mais à frente — continua em prática.


Flávio Bolsonaro também aproveitou para criticar o presidente Lula e lembrou de casos de suspeitas recentes, como o suposto recebimento de repasses pelo filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que teriam sido pagos pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Durante o discurso, usando um celular para consultar os tópicos da fala, Flávio também citou o ex-presidente Jair Bolsonaro e disse que o pai subirá a rampa do Palácio do Planalto com ele em janeiro de 2027. Além disso, aproveitou para criticar ministros do STF, afirmando que espera eleger a maioria do Senado para obter votos necessários para o impeachment de integrantes da Corte.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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