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Médico de Bolsonaro diz que não houve piora de infecção, mas função renal preocupa

Cardiologista informou que os sinais das primeiras 48 horas de internação na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) são positivos

Blog do Nolasco|Thiago NolascoOpens in new window

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O senador Flávio Bolsonaro foi visitar o pai no hospital Wilton Junior/Estadão Conteúdo - 13.03.2026

O médico Leandro Echenique, cardiologista da equipe que atende o ex-presidente Jair Bolsonaro, disse no final da tarde deste sábado (14) que os sinais das primeiras 48 horas de internação na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) são positivos.

Bolsonaro está internado desde sexta-feira (13), no hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma pneumonia grave nos dois pulmões.


Como não houve piora do quadro de infecção, o médico disse que é porque os antibióticos começaram a fazer efeito.

Mas a maior preocupação no momento é a função renal, que apresentou piora por causa da infecção, dos vômitos e da desidratação.


A equipe médica está fazendo um balanço hídrico, com a ingestão de mais líquido do que o ex-presidente elimina para contornar este problema.

Leia mais

Boletim médico

Na manhã deste sábado (14), boletim médico havia informado que o ex-presidente tivera uma piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios,


Médicos que atendem o ex-presidente consideram que ele deve ficar no hospital por ao menos sete dias, para administrar antibióticos. O tempo pode chegar a 14 dias, a depender da resposta do organismo.

A equipe médica afirmou ainda que existe risco real de morte e que o caso exige acompanhamento intensivo.


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha caçula, Laura, têm se revesado na UTI. Flávio Bolsonaro também tem visitado o pai. O senador chegou no final da tarde deste sábado (14) a Brasília de Rondônia, para visitar o ex-presidente.

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