Maconha nas áreas comuns: o que o condomínio deve fazer?
Saiba o que síndicos e condôminos precisam fazer a respeito de fumar em espaços coletivos
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Áreas comuns não são locais para fumar. Seja cigarro, narguilé ou maconha, o ponto central não é apenas a substância em si, mas o impacto na coletividade.
O espaço é compartilhado por crianças, idosos e outros moradores, e deve preservar saúde, segurança e convivência.
Havendo previsão na convenção ou no regimento interno, o síndico pode aplicar advertência ou multa pelo descumprimento das regras.
Não é necessário convocar assembleia toda vez que ocorrer uma infração. Se a conduta já estiver prevista nas normas do condomínio, a penalidade pode ser aplicada diretamente.
A assembleia serve para criar ou alterar regras, não para decidir caso a caso quando alguém resolve descumpri-las.
Além disso, quando o uso gera incômodo, conflito ou exposição de terceiros à fumaça, o condomínio tem legitimidade para agir administrativamente para proteger o ambiente coletivo.
Em situações mais graves — como reincidência, resistência às orientações, ameaças ou sensação de insegurança —, pode ser necessário acionar a polícia, pois a situação deixa o campo administrativo e passa a envolver segurança pública.
Condomínio não é terra sem lei. É um espaço de convivência, e convivência exige limites claros.
No seu condomínio, já aconteceu discussão por causa de fumaça nas áreas comuns?
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