Logo R7.com
RecordPlus

Síndica é agredida e perde parte do cabelo: até quando isso vai acontecer?

Quando a discordância vira violência dentro do condomínio

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma síndica foi agredida em Samambaia após cumprir decisão legítima sobre a individualização da água.
  • O incidente revela a escalada da violência em conflitos condominiais, antes limitados a assembleias e discussões judiciais.
  • Discordâncias devem ser resolvidas por meio do diálogo, nunca pela força, pois a violência é um crime.
  • O aumento desses episódios preocupantes levanta um alerta sobre a gestão e convivência nos condomínios.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Síndica é agredida por moradores de prédio no Distrito Federal Reprodução/RECORD

Uma síndica foi brutalmente agredida em Samambaia, no Distrito Federal, após cumprir uma decisão legítima do condomínio: a individualização da água, aprovada em assembleia e autorizada pela concessionária.

Um ato regular de gestão, dentro da lei, terminou em violência física. O episódio, que aconteceu no final de janeiro, evidencia que os conflitos condominiais estão ultrapassando qualquer limite de razoabilidade e passando a ocupar um espaço extremamente perigoso.


O condomínio, que deveria ser um ambiente de convivência, organização e segurança, tem se tornado palco de tensão constante. Discussões que antes se resolviam em assembleias ou no Judiciário agora evoluem para ameaças, perseguições e agressões. A violência, infelizmente, já está presente dentro dos condomínios — e isso não pode ser tratado como algo normal.

Discordar de decisões é um direito do morador. Questionar atos do síndico, votar contra propostas e até buscar a anulação de deliberações são caminhos legítimos. O que não é aceitável é substituir o diálogo pela força. Quando a agressão surge, o conflito deixa o campo administrativo e entra definitivamente no campo criminal, com consequências graves.


Veja também

Esse cenário acende um alerta urgente para síndicos, moradores e administradoras. Gestão condominial exige respeito, limites e maturidade. Divergências precisam ser resolvidas por meio do voto, da mediação ou da ação judicial — nunca por intimidação ou violência física.

Violência em condomínio não é desentendimento, não é “briga de vizinho” e não é excesso emocional. É crime. E diante do aumento desses episódios, a pergunta que precisa ser feita é inevitável: onde isso vai parar?


✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.