O que fazer quando o cachorro do vizinho late sem parar
O maior problema pode ser o sofrimento do animal — e isso é grave
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
É normal que um cachorro lata. O que não é normal é o latido contínuo, diário e prolongado, especialmente entre 6 e 7 da manhã.
Quando isso acontece, o incômodo aos vizinhos é só a consequência. O problema maior, muitas vezes ignorado, é que o animal pode estar sofrendo.
Latidos excessivos e persistentes costumam indicar ansiedade, estresse, medo, solidão ou ausência de cuidados básicos. Não é “manha”, nem comportamento aleatório.
É sinal de que algo está errado. E quando esse sofrimento é constante, a situação pode, sim, caracterizar maus-tratos ao animal.
Claro que o condomínio deve agir pelo sossego coletivo. O primeiro passo é comunicar o síndico, que deve registrar as ocorrências, conversar com o tutor e orientar ajustes na rotina do pet. Mas a conversa não é apenas sobre barulho — é sobre bem-estar animal.
Se o problema persiste, além de advertência e multa, outras providências podem ser necessárias.
O condomínio não pode fechar os olhos para um quadro evidente de sofrimento, porque convivência também envolve responsabilidade com quem não tem voz.
Respeitar o sossego dos vizinhos é obrigação. Cuidar do animal é dever. Quando o latido é contínuo, o alerta não é só jurídico — é humano.
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