Fla é tetra usando arma que era do Palmeiras
Tetra continental premia o time que tentou praticar futebol numa final mais falada e brigada do que jogada
Espaço Prisma|Maurício Noriega*

O Flamengo é o primeiro time brasileiro tetracampeão da Libertadores. Com méritos. Fez o Palmeiras provar do próprio veneno com um gol de bola parada, jogada que já foi especialidade do time alviverde.
Mesmo longe de seus melhores momentos, o Rubro-Negro foi o time que mais buscou o jogo. O Alviverde foi refém de um jogo previsível, marcado por chutões para a frente e cruzamentos para a área.
Justamente num desses cruzamentos, num escanteio batido da direita do ataque, o Flamengo achou seu gol, com Danilo, o veterano lateral e zagueiro, cabeceando livre como num feriado na praia de Ipanema.
Na quarta-feira, o Flamengo deve comemorar o tetra continental conquistando o título brasileiro, diante do Ceará, no Maracanã em festa.
O único reparo da partida foi o erro do árbitro argentino Darío Herrera, que não expulsou o flamenguista Pulgar, em lance claro de falta violenta sobre Fuchs, no primeiro tempo.
No mais, o Flamengo tem um time que tenta jogar um futebol mais leve e criativo do que o Palmeiras. A equipe alviverde teve enorme dificuldade em criar e depois de golear a LDU na semifinal teve uma queda técnica vertiginosa.
Finais não se jogam, se ganham. Na chance que teve, Danilo marcou. Na que teve, Vitor Roque não marcou.
A festa é da Nação Rubro-Negra.
*Maurício Noriega é comentarista da RECORD
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