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Luiz Fara Monteiro

Azul alerta CADE sobre atrasos no processo voltado à reestruturação financeira da companhia

Plenário do Cade vai analisar o recurso apresentado contra a operação da empresa com a United Airlines

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Azul: saída do Chapter 11 deixa a companhia mais forte Vinicius Magalhães

A habilitação do instituto Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPSConsumo) como terceiro interessado na operação, pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), para aprofundamento da instrução, acendeu uma luz amarela na Azul Linhas Aéreas. O IPS Consumo, conforme noticiou o blog em 29 de janeiro, pediu ao CADE uma análise concorrencial conjunta da entrada da United Airlines e American Airlines na Azul. Nesta quarta-feira (11), o plenário do Cade vai analisar o recurso apresentado contra a operação da empresa.

Em petição apresentada ao Cade na segunda-feira, 9, a Azul disse que o IPSConsumo criou atrasos e obstáculos artificiais à implementação da operação, “que representam um risco concreto de prejuízo, e não de benefício, aos consumidores”.


A companhia aérea o órgão sobre “graves riscos” que um atraso da saída do Capítulo 11 pode representar à saúde financeira e à própria continuidade operacional da companhia aérea. O Capítulo 11, ou, Chapter 11, em inglês, é um dispositivo da lei de falências dos Estados Unidos que permite empresas em grave crise financeira se reorganizarem sem interromper suas atividades, ao, por exemplo, suspender dívidas e execuções, oferecendo um ambiente seguro para renegociar passivos, sendo amplamente utilizado por companhias aéreas e multinacionais.

A Azul citou a complexidade do caso e a existência de “questões estruturais ainda abertas, especialmente relacionadas à governança e aos incentivos concorrenciais decorrentes da operação”, informa o Estadão.



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