Dia Mundial do Turismo: 1 em cada 4 ataques de bots atinge a indústria de viagens
Com mais de 70% das reservas de viagens realizadas online, a prova de humanidade na internet surge como chave para garantir experiências justas e autênticas no setor

O Dia Mundial do Turismo, que acontece em 27 de setembro, celebra a capacidade de viajar e conectar culturas, mas também reflete as mudanças que estão definindo o futuro dessa indústria, cada vez mais marcada pela digitalização.
Com mais de 70% das reservas turísticas realizadas online em nível global, a confiança digital tornou-se um fator estratégico para o crescimento do setor.
Pela primeira vez em uma década, o tráfego automatizado superou a atividade humana, representando 51% de todo o tráfego da web em 2024.
Segundo dados da Imperva, a indústria de viagens tornou-se o setor mais afetado, concentrando 27% de todos os ataques de bots e superando, pela primeira vez, o setor de varejo.
O avanço da IA abre novas oportunidades para companhias turísticas e operadores, mas também traz desafios cada vez mais visíveis com o uso de bots (programas automatizados) que interrompem operações e impactam receitas. Alguns exemplos:
- Acúmulo de passagens: atacantes utilizam bots para comprar em massa bilhetes de voos de alta demanda e revendê-los a preços inflacionados.
- Avaliações falsas: apenas no ano passado, o Tripadvisor – uma das maiores plataformas de turismo do mundo – removeu 2,7 milhões de resenhas falsas.
- Distorção da proporção entre buscas e reservas: o tráfego excessivo de bots infla essa métrica, altera modelos de demanda e preços e coloca companhias aéreas em desvantagem competitiva.
- Fraude em programas de fidelidade: bots realizam ataques de preenchimento de credenciais para sequestrar contas de programas de pontos e resgatar recompensas.
As ferramentas de IA facilitaram ataques em larga escala com bots, sobrecarregando plataformas de viagens. Hoje, garantir que por trás de cada reserva exista uma pessoa real – e não um bot – é fundamental para proteger a confiança digital em um setor que deve movimentar 782 bilhões de dólares até 2029.
A resposta: prova de humanidade
Com o avanço da IA, a solução precisa focar na prevenção. É aqui que a tecnologia de prova de humanidade traz uma mudança fundamental na forma como estabelecemos confiança no ambiente digital.
“Viajar é descobrir experiências autênticas e se conectar com pessoas reais. No mundo digital, precisamos do mesmo. Tecnologias de prova de humanidade, como o World ID, ajudam a garantir que as interações online sejam respaldadas pela confiança, protegendo a privacidade das pessoas e preservando a autenticidade humana”, afirma Juliana Felippe, diretora-geral da Tools for Humanity no Brasil, empresa colaboradora do protocolo World.
Ao verificar que as interações em plataformas, restaurantes ou serviços turísticos vêm de humanos reais e únicos – sem necessidade de revelar ou expor a identidade – a prova de humanidade combate a crise de bots na indústria de viagens:
- Acesso para pessoas reais: passagens, promoções, programas de fidelidade e reservas ficam com quem de fato vai usufruir da viagem, e não com bots.
- Confiança nas plataformas: avaliações e comentários passam a vir de viajantes autênticos, não de algoritmos.
- Unicidade assegurada: menos contas duplicadas e mais benefícios exclusivos para quem comprova ser uma pessoa única.
Sobre a World
A World visa ser a maior e mais inclusiva rede de humanos reais do mundo. O projeto foi concebido originalmente por Sam Altman, Max Novendstern e Alex Blania, e tem como objetivo oferecer prova de humanidade, acesso à economia digital e conexão para cada pessoa na era da inteligência artificial. Saiba mais sobre a World em world.org e no X.
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