Drones reforçam combate a invasões de terras e incêndios florestais no Brasil
Tecnologia nacional da Xmobots amplia vigilância ambiental, reduz riscos às equipes de segurança e aumenta eficiência operacional em grandes áreas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O uso de drones tem se consolidado como uma ferramenta estratégica no monitoramento de áreas suscetíveis a invasões de terras e incêndios florestais. Esses veículos aéreos não tripulados permitem vigilância contínua, rápida identificação de ameaças e respostas mais eficientes, especialmente em regiões extensas, remotas ou de difícil acesso. “O impacto é significativo. Os drones ampliam a capacidade de vigilância sem depender apenas de equipes em solo e oferecem uma visão antecipada que faz toda a diferença no tempo de reação”, afirma Thatiana Miloso, diretora comercial e de marketing da Xmobots, maior fabricante de drones da América Latina.
Os modelos da linha Nauru (500C ISR e 100D ISTAR), são empregados em operações de monitoramento ambiental, vigilância florestal e proteção de áreas sensíveis. Equipados com sensores eletro-ópticos e térmicos, esses sistemas permitem identificar focos de calor, movimentações suspeitas, abertura de trilhas, invasões, avanço de pastoreio em áreas protegidas e até ilícitos ambientais, como roubo de madeira. “Os sensores possibilitam mensurar áreas degradadas e diagnosticar com precisão o que foi afetado, apoiando decisões mais rápidas e assertivas”, explica Thatiana.
Segurança e prevenção
Além de ampliar a capacidade de detecção, a tecnologia reduz de forma relevante a exposição das equipes em campo. O reconhecimento aéreo prévio fornece informações detalhadas sobre o terreno antes de qualquer deslocamento. “As equipes só avançam quando já conhecem o cenário, o que diminui riscos e aumenta a eficiência das operações”, destaca a executiva. No caso do Nauru 500C ISR, a operação é realizada a partir de um shelter móvel, totalmente equipado, enquanto o Nauru 100D ISTAR opera com estação de comando portátil, sem necessidade de infraestrutura adicional.
Entre os principais ganhos operacionais estão a agilidade na resposta a invasões e incêndios, o monitoramento contínuo com caráter preventivo, a melhor alocação de recursos e a geração de registros para análises estratégicas. “Quanto mais cedo o problema é identificado, menor é o dano ambiental e menor o prejuízo financeiro”, ressalta Thatiana. “Além disso, a presença constante da vigilância aérea atua como fator de desistência para quem tem ideias equivocadas.”
Para além do combate direto a ocorrências, o uso de drones representa uma mudança estrutural na forma como áreas ambientais são protegidas no Brasil. Ao integrar autonomia de voo, sensores avançados e análise de dados em tempo real, essas plataformas transformam o monitoramento em um processo contínuo e inteligente, capaz de antecipar riscos e apoiar decisões estratégicas. “Em áreas sensíveis, tecnologia, prevenção e tempo de resposta são determinantes. Os drones da linha Nauru potencializam a atuação das equipes e entregam valor real ao combinar eficiência operacional, segurança com preservação ambiental”, finaliza Thatiana Miloso.
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