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Luiz Fara Monteiro

Emirados Árabes prometem cobrir despesas dos viajantes afetados por conflito no Oriente Médio

Mais de 20 mil passageiros receberam acomodações temporárias, refeições e procedimentos de remarcação de voos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Emirados Árabes Unidos cobrirão despesas de passageiros afetados pelo conflito no Oriente Médio.
  • Aproximadamente 20.200 pessoas receberam alojamento temporário e ajuda para remarcação de voos.
  • Filas enormes foram registradas em aeroportos, com voos cancelados e aeronaves "presas" em outros países.
  • Autoridades locais trabalham para gerenciar o tráfego aéreo e garantir a continuidade dos serviços essenciais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aeroporto de Doha: multidão em busca de assistência Reprodução redes sociais

A Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA) anunciou a ativação de planos operacionais para gerenciar os desdobramentos que afetam a região. A autoridade confirmou que o setor de aviação dos Emirados Árabes Unidos continua a gerenciar o tráfego de passageiros de forma organizada e flexível, mitigando o impacto das sucessivas alterações nos horários de voos. Essa abordagem ajuda a reduzir as interrupções operacionais e garante procedimentos tranquilos nos terminais de passageiros dos aeroportos do país.

Em Abu Dhabi, o governo ordenou que todos os hotéis prolonguem as estadias de seus turistas. Os custos serão arcados pelo Departamento de Cultura e Turismo.


Apesar da promessa, ainda é grande o número de passageiros em trânsito em busca de informações e respostas nos principais aeroportos mundo afora. Imagens de redes sociais mostram o saguão do Aeroporto Hamad, em Doha, totalmente lotado. Postagens em redes sociais mostram filas intermináveis nos terminais.

Também nas redes sociais, registros chamam atenção para a cidade de Melbourne, na Austrália, onde 6 aeronaves de companhias do Oriente Médio estão “presas” por conta do fechamento do espaço aéreo na região. Quatro aeronaves da Qatar Airways, uma da Emirates e outra da Etihad estão imóveis no pátio. O blog mostrou a movimentação atípica dos voos da Qatar e da Emirates em Guarulhos e no Galeão devido aos conflitos. Voos que já tinham decolado do Rio e de São Paulo tiveram que retornar. E os voos regulares das duas companhias que estavam vindo ao Brasil não podem retornar às suas bases.


Esses cenários, apenas na Austrália e no Brasil, dão a dimensão da complexidade das companhias aéreas em resolver a questão de seus passageiros “presos” ao redor do mundo. Sem aviões voando, o tráfego não flui. Noves fora o enorme prejuízo financeiro para passageiros e companhias aéreas. Em Dubai, a situação é ainda mais complexa: o Aeroporto Internacional (DXB), o mais movimentado do mundo em movimento de passageiros, foi alvo de explosões na noite de sábado, deixando 4 funcionários feridos.

Nos Emirados Árabes Unidos, a Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA) também anunciou que o Estado cobrirá todos os custos de alojamento e alimentação dos passageiros afetados e retidos, garantindo a continuidade da prestação de serviços essenciais durante os ajustes operacionais.


A autoridade declarou que os aeroportos dos Emirados Árabes Unidos e as companhias aéreas nacionais estão trabalhando de forma integrada para gerenciar o tráfego operacional de acordo com os planos aprovados.

As medidas incluem o redirecionamento de alguns voos entre aeroportos dos Emirados Árabes Unidos, a aceleração dos processos de reprogramação de voos e o aprimoramento da coordenação no local dentro dos terminais de passageiros para lidar com qualquer possível congestionamento.


Nas últimas horas, os aeroportos dos Emirados Árabes Unidos e as companhias aéreas nacionais prestaram assistência a aproximadamente 20.200 passageiros afetados pelo reagendamento de alguns voos. Foram providenciados alojamentos temporários, refeições e bebidas, além de facilitar os procedimentos de remarcação de acordo com os planos operacionais aprovados.

As companhias aéreas nacionais, em coordenação com as autoridades competentes, geriram os voos afetados, tanto de chegada como de partida, transportando os passageiros para os seus destinos dentro do país, providenciando alojamento temporário para os passageiros em trânsito e concluindo os procedimentos regulamentares em conformidade com os quadros aprovados.

A autoridade afirmou que a coordenação entre aeroportos e companhias aéreas continua para monitorar o status dos voos e reprogramá-los conforme necessário, a fim de apoiar a retomada segura e organizada das operações assim que as condições permitirem.

A GCAA reiterou seu apelo para que os passageiros acompanhem as atualizações oficiais por meio dos canais aprovados e entrem em contato diretamente com as companhias aéreas para quaisquer novidades relacionadas aos seus voos.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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