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Luiz Fara Monteiro

Investigadores vão ao local do acidente que vitimou Marília Mendonça

Trabalho será feito pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer). Modelo pode ser equipado com 'caixa-preta'

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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King Air C90A que levava a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas
King Air C90A que levava a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas

Investigadores do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) já estão no local do acidente do turboélice King Air C90a, registrado sob matrícula PT-ONJ, que vitimou a cantora sertaneja Marília Mendonça e outras quatro pessoas. 

A aeronave caiu próximo a uma cachoeira na serra da cidade de Piedade de Caratinga, no interior de Minas Gerais, na tarde desta sexta-feira (5). Ela pertence à empresa PET Taxi Aéreo e apresentava-se em situação normal de aeronavegabilidade, ou seja, estava em condição de realizar voos. O turboélice foi fabricado em 1984 pela Beech Aircraft. O peso máximo de decolagem é de 4.756 quilos, e a capacidade máxima certificada é para seis pessoas. 


O Sipaer não trabalha com "causa" de acidente, mas com fatores contribuintes. A investigação não tem prazo para ser encerrada. 

O modelo do avião é semelhante ao que vitimou o ex-ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, em 19 de janeiro de 2017.

Não há ainda informação se o modelo que transportava Marília Mendonça é equipado com gravador de voz, conhecido popularmente como caixa-preta. A instalação do equipamento nesse tipo de aeronave é opcional. 

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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