Itália envia navio da Marinha para apoiar embarcações de ajuda humanitária em Gaza após ataque de drones
Ainda não há confirmação sobre a autoria dos ataques
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um grupo internacional de embarcações de auxílio humanitário que tentava entregar ajuda a Gaza afirmou nesta quarta-feira (24) que foi atacado durante a noite por drones em águas internacionais perto da Grécia, levando a Itália a enviar um navio da Marinha para ajudá-lo.
A Flotilha Global Sumud está usando cerca de 50 barcos civis para tentar romper o bloqueio naval israelense em Gaza, com muitos advogados e ativistas a bordo, incluindo a ativista climática sueca Greta Thunberg, informa a Reuters.
Os navios foram atacados por 12 drones em águas internacionais a 30 milhas náuticas (56 km) da ilha grega de Gavdos, disse Marikaiti Stasinou, porta-voz da Marcha para Gaza Grécia, que faz parte da flotilha.
Todos os passageiros estão seguros depois que drones explodiram sobre os navios, ela disse à Reuters.
A GSF disse que o ataque afetou 11 embarcações e culpou Israel e seus aliados por “explosões, drones não identificados e bloqueios de comunicações”, afirmando que não seria intimidada e continuaria a navegar.
Já o ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, afirmou em comunicado que o comboio marítimo foi alvo de “autores ainda não identificados”. Ele expressou a “mais veemente condenação” do incidente.
Ele ordenou que a fragata multiuso italiana Fasan, que navegava anteriormente ao norte de Creta, se dirigisse à flotilha “para possíveis operações de resgate”, com foco principalmente em cidadãos italianos.
O GSF apelou a outras nações para que “garantissem e facilitassem uma proteção eficaz, incluindo (com) escolta marítima, observadores diplomáticos credenciados e uma presença estatal protetora evidente. A Itália deu agora um primeiro passo nessa direção”.
Israel criticou repetidamente a flotilha, acusando seus ativistas de cumplicidade com o grupo militante Hamas.
Na quarta-feira, o Ministério das Relações Exteriores repetiu o convite para que a flotilha lançasse ajuda humanitária em um porto israelense, deixando a cargo das autoridades israelenses levá-la a Gaza, ou então enfrentariam consequências.
“Israel não permitirá que navios entrem em uma zona de combate ativa e não permitirá nenhuma violação do bloqueio naval legal”, disse um comunicado do ministério.
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp












