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Luiz Fara Monteiro

Jerome Cadier destaca como a reestruturação e foco no cliente corporativo tornaram LATAM mais resistente à volatilidade do setor aéreo

CEO da LATAM Brasil esteve presente no Fórum Panrotas 2026 e representou a companhia em painel com CEOs das aéreas brasileiras

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Jerome Cadier LATAM Brasil

Na 23ª edição do Fórum Panrotas, a LATAM destacou como sua reestruturação e o foco no cliente corporativo tornaram a companhia mais resistente à volatilidade do setor aéreo.

Nos dias 3 e 4 de março, a LATAM marcou presença no evento em painéis com Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil, e Aline Mafra, Diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil.


Além da participação de seus executivos, a LATAM também esteve presente com um estande no evento, em parceria com a Delta Air Lines, com quem mantém uma joint-venture (JV) que completou 3 anos em 2025. Com o mote “Bem-vindo a ir mais alto é imaginar sua próxima viagem para mais de 300 destinos”, a JV convidou parceiros e visitantes a conhecerem seu lounge, reforçando a conectividade da parceria.

A ESTRATÉGIA POR TRÁS DA RESILIÊNCIA SEGUNDO O CEO


Na quarta-feira, 04, Jerome Cadier participou de um dos principais momentos do evento, o painel com CEOs das empresas aéreas brasileiras. Os executivos levaram ao público um panorama do setor aéreo e das decisões estratégicas necessárias para sustentar a conectividade do Brasil com eficiência e previsibilidade.

Ao comentar o cenário geopolítico mundial e os impactos para o setor aéreo, Jerome destacou que a LATAM preparou sua robustez de operação para um cenário como esse, com uma profunda reestruturação de dívida, disciplina rigorosa na redução estrutural de custos e uma estratégia clara de foco no cliente corporativo de maior valor. “Você prepara o seu negócio para eventuais turbulências, organizando as dívidas, garantindo que você tenha custo baixo de operação, capacidade de manobra, capacidade de crescer e decrescer. Essa flexibilidade de negócio permite ajustar a companhia aérea para navegar em um cenário difícil, mas é preciso se estruturar para isso”.


Segundo ele, essas decisões de reestruturação permitiram à LATAM se diferenciar e reduzir a exposição à volatilidade típica do setor e a potenciais crises, tornando o negócio mais resiliente e sustentável no longo prazo. Essa transformação também se reflete na experiência do cliente: a empresa saiu de um Net Promoter Score (NPS) de 19, em 2018, para 55 pontos atualmente, alcançando 61 pontos entre os clientes nas categorias mais em 2025 — um avanço que demonstra a consistência da proposta de valor e o reconhecimento do mercado à nova fase da LATAM.

Ao falar da chegada das aeronaves Embraer E195-E2 à companhia, previstas para o último trimestre de 2026, Cadier destacou a importância de incorporar aviões para ampliar a capilaridade e a flexibilidade da malha. Segundo ele, a escolha por uma modelo mais eficiente para servir a aviação regional deve elevar a conveniência para os clientes. “Eu acredito que é uma aeronave que vai nos dar mais flexibilidade para chegar em mais cidades pelo Brasil”, pontuou.


ROBUSTEZ E PREFERÊNCIA DO CLIENTE

No primeiro dia do evento, Aline Mafra definiu o momento atual da LATAM como um movimento de aceleração, que transforma resultados robustos em novos investimentos. Em painel com executivos comerciais das aéreas brasileiras, ela ressaltou anúncios feitos ao longo do último ano que reforçam a companhia como uma das preferidas dos clientes. Entre as iniciativas, destacou a construção da nova Sala VIP em Guarulhos, a nova Cabine Business, a chegada de internet nas aeronaves de dois corredores e a incorporação dos Embraer E195-E2 à frota.

A executiva também enfatizou a importância das agências para a companhia. “As agências podem chegar onde não chegamos. Elas conhecem na íntegra nossos produtos e ferramentas”, pontuou.

A diretora de Vendas e Marketing da LATAM ainda dividiu o palco com Ricardo de Oliveira, gerente regional de Vendas da Delta Air Lines Brasil, em uma breve conversa que ressaltou a força da joint venture na região da América do Sul, que segue forte após 3 anos. A executiva aproveitou o momento para justificar a grandiosidade da parceria: “Uma joint-venture deve ter um modelo a ser seguido. Com humildade, a gente se escuta, troca opiniões e, com o nosso conhecimento do mercado, conseguimos também adaptar as oportunidades da parceria à realidade do Brasil e da América do Sul.”

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