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Luiz Fara Monteiro

Reino Unido anuncia o primeiro voo de repatriação no Oriente Médio

Aeronave partirá de Muscat na noite desta quarta-feira, numa tentativa de resgatar os britânicos retidos na região

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Reino Unido: primeiro voo de repatriação do Oriente Médio William Alves

Cidadãos britânicos retidos nas regiões de conflito no Oriente Médio contam as horas para que a noite desta quarta-feira chegue logo. O primeiro voo de repatriação a deixar o local partirá logo mais de Omã, enquanto o governo britânico se esforça para evacuar seus cidadãos, à medida que a guerra coordenada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Alguns países como a Índia já operaram voos para rapatriar seus cidadãos, à medida em que o tráfego aéreo parcial vem sendo liberado por países atingidos pelo conflito. A estimativa é de que vinte mil voos já foram cancelados desde o início dos ataques, no último fim de semana.

O Ministério das Relações Exteriores informou que o voo partirá da capital do país, Mascate, às 19h, e está disponível para cidadãos britânicos, seus cônjuges e filhos menores de 18 anos com documento de viagem válido.


A prioridade para o voo de evacuação será dada aos mais vulneráveis, que entrarão em contato com cidadãos britânicos em Omã. Qualquer pessoa que tenha registrado sua presença nos Emirados Árabes Unidos e que esteja atualmente em Omã deve se inscrever para garantir uma vaga no voo, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores.

O departamento solicitou às pessoas que não viajem para o Aeroporto Internacional de Mascate, em Omã, a menos que sejam contatadas por funcionários, e que os dependentes que não sejam cidadãos britânicos necessitem de um visto válido ou de uma autorização de entrada ou permanência superior a três meses.


Cerca de 130 mil britânicos registraram sua presença no Oriente Médio, e o Ministério das Relações Exteriores afirmou estar trabalhando com companhias aéreas para abrir mais rotas.

O Reino Unido enfrenta críticas públicas dos Estados Unidos. O presidente Trump disse que “não estava satisfeito” com o tradicional aliado devido à recusa inicial de Londres em permitir que Washington usasse a base britânica de Diego Garcia, no Oceano Índico, durante seus primeiros ataques ao Irã.


“Não estamos lidando com Winston Churchill”, disse Trump, referindo-se ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer, em uma coletiva de imprensa.


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