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Luiz Fara Monteiro

"VINCI Airports é agente de mudança na aviação brasileira", diz Julio Ribas, CEO da concessionária

Segundo a ABR Aero, desafios ligados à conectividade da capital baiana a outros aeroportos, dentro e fora do Brasil, estão entre as prioridades da gestão da Concessionária do Aeroporto de Salvador

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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Julio Ribas, CEO da Vinci Airports no Brasil
Julio Ribas, CEO da Vinci Airports no Brasil Vinci Airports no Brasil

Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o aeroporto de Salvador alcançou a taxa média de ocupação de 79,7% em voos nacionais no mês de abril, superando outros importantes aeroportos brasileiros, como Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Confins (MG). Além disso, entre os terminais nordestinos, destacou-se no número de passageiros estrangeiros. “Isso corrobora o trabalho que estamos desenvolvendo para visibilidade e fortalecimento da capital baiana como ponto de partida para acesso às demais cidades do estado”, afirma Julio Ribas, CEO da VINCI Airports no Brasil, grupo que controla este e outros sete aeroportos na Região Norte.

Para ele, a infraestrutura contribui significativamente para o crescimento e desenvolvimento sustentável do setor, “e a VINCI Airports é comprometida em ser um agente de mudança, trazendo para o Brasil metas desafiadoras para o segmento de aviação”.


Os desafios ligados à conectividade da capital baiana a outros aeroportos, dentro e fora do Brasil, estão entre as prioridades da gestão da Concessionária do Aeroporto de Salvador. “Retomamos os voos internacionais para a Europa, além de destinos sul-americanos. Dentro do Brasil, também ampliamos a oferta de voos para aeroportos importantes e somos a segunda capital brasileira com o maior número de voos para outros destinos dentro do próprio estado, reafirmando o nosso compromisso em promover o desenvolvimento regional”, afirma Julio.

O executivo destaca que o terminal é um importante hub do Nordeste e tem sido um destino bastante requisitado, o que demanda atenção e a busca por novas oportunidades de ampliação da oferta de cidades conectadas. Ele afirma que o trabalho continua: “Estamos sempre buscando novas oportunidades de negócios e melhorias para o aeroporto de Salvador. Nossos esforços incluem a negociação de novas rotas, a articulação com os setores público e privado para dinamizar os mercados e aprimorar a conectividade em um país continental no qual atuamos em cinco unidades federativas”, afirma, acrescentando que a concesso Grupo contribui para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde opera, sempre buscando a excelência em serviços e parcerias.


O esforço, segundo Ribas, passa também pela disponibilidade do Salvador Bahia Airport como polo logístico de cargas: “O Terminal de Cargas (TECA) do Aeroporto de Salvador é de suma importância para a logística da Bahia, desempenhando uma posição estratégica no atendimento à demanda de exportação de frutas e oferecendo fácil acesso aos modais rodoviários que ligam as principais indústrias do estado”.

Ribas destaca que o Salvador Bahia Airport fez entregas importantes e consistentes desde que a VINCI Airports assumiu a gestão de um equipamento tão estratégico para a malha aérea nacional e da região Nordeste. Uma das principais agendas, de acordo com o executivo, está relacionada com a questão da sustentabilidade. “Fomos eleitos o aeroporto mais sustentável do Brasil por três anos consecutivos, resultado de diversos investimentos no segmento, o que também gera uma natural expectativa pela continuidade dos processos de inovação”, lembra.

A tendência também é acompanhada pelas companhias aéreas que, segundo Ribas, demonstram uma atitude positiva em direção ao crescimento sustentável: “Acreditamos que o futuro do setor aeroportuário é promissor, e continuaremos a investir em inovação, tecnologia e sustentabilidade para oferecer aos nossos passageiros e parceiros uma experiência única e de qualidade em nossos aeroportos”.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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