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Ex-cantor sertanejo faz sucesso com miniaturas agrícolas

Dudu transformou um hobby de infância em um negócio de sucesso

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Dudu, ex-cantor sertanejo, transformou seu hobby de infância em um negócio de miniaturas agrícolas.
  • Natural de Redenção, no Pará, ele é da sexta geração de uma família ligada ao agronegócio.
  • As miniaturas, que incluem modelos internacionais e artesanais, atraem colecionadores e trabalhadores do campo.
  • O agronegócio é visto por Dudu como a base da economia brasileira, refletindo sua paixão pelo setor.

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Algumas das miniaturas agrícolas que encantam Foto cedida: Eduardo Queiroz

Outro dia apareceu no meu feed do Instagram a página do duduagromini. Entrei e me encantei. Imediatamente mandei um direct para conhecer a sua história. É que a paixão pelo campo se manifesta de formas incríveis e surpreendentes.

Eduardo Queiroz, o Dudu, é um ex-cantor sertanejo que trocou os palcos pela delicadeza e o realismo das miniaturas agrícolas.


Natural de Redenção, no sul do Pará, e vindo de uma família com seis gerações ligadas ao agro, ele transformou um hobby de infância em um negócio promissor que encanta colecionadores e trabalhadores do campo em todo o país.

E, neste Dia dos Pais, prepare-se para conhecer uma história em escala real — com emoção, propósito e muita conexão com a terra.


Eduardo Queiroz, sua filha e as miniaturas agrícolas Foto cedida: Eduardo Queiroz

Mundo Agro: Dudu, quero apresentar você para os meus leitores. Quem é o Dudu do Agromini?

Eduardo Queiroz: Meu nome é Eduardo Queiroz, moro em Redenção, no sul do Pará, e tenho 36 anos. Durante 10 anos fui cantor de música sertaneja e viajei por todas as regiões do Brasil. Atualmente, trabalho com miniaturas agrícolas e sou da sexta geração de uma família de produtores rurais.


Mundo Agro: Como as miniaturas entraram na sua vida?

Eduardo Queiroz: Comecei a colecionar carrinhos ainda na infância. Com o tempo, fui ampliando a coleção para bonés, aviões, helicópteros, escavadeiras, caminhões e máquinas agrícolas em geral. A grande virada aconteceu quando descobri que seria pai — percebi que a coleção poderia virar uma fonte de renda para ajudar nas despesas e, ao mesmo tempo, abrir espaço para essa nova fase da minha vida.


Mundo Agro: Por que miniaturas do setor agropecuário?

Eduardo Queiroz: A escolha foi automática e movida pela paixão que tenho pelo agronegócio, algo que faz parte da minha história. Além disso, o setor oferece uma grande variedade de modelos e atrai um público muito parecido comigo: pessoas simples, trabalhadoras, apaixonadas pelo que fazem e com vínculos diretos com o agro.

Mundo Agro: Há quanto tempo você trabalha com miniaturas agrícolas?

Eduardo Queiroz: Comecei a vender miniaturas quando minha filha estava para nascer, então já tem alguns anos que transformei o hobby em negócio.

Mundo Agro: De onde vêm as miniaturas?

Eduardo Queiroz: A maioria das miniaturas é importada da Europa e dos Estados Unidos. Também há modelos feitos artesanalmente no Brasil ou com impressão 3D, o que abre um leque enorme de variedade e possibilidades.

Mundo Agro: Quem costuma comprar essas miniaturas?

Eduardo Queiroz: Diria que 99% dos meus clientes têm algum vínculo direto com o agronegócio. São agricultores, operadores de máquinas agrícolas, fornecedores, concessionários, ou familiares de trabalhadores rurais que gostam de presentear.

Mundo Agro: Qual foi a miniatura mais cara que você já vendeu ou mais difícil de encontrar?

Eduardo Queiroz: Uma das mais caras e difíceis é uma semeadora da marca Bourgault, na escala 1/64. Esse modelo chega a ser vendido por cerca de 700 dólares no exterior.

Mundo Agro: Qual é a miniatura mais bela ou especial que você tem para vender?

Eduardo Queiroz: A minha favorita e também a mais vendida é o modelo John Deere 8R 410 na escala 1/64. Apesar de simples e relativamente fácil de encontrar, ela tem um grande apelo entre os colecionadores.

Mundo Agro: Existe alguma miniatura com significado especial para você?

Eduardo Queiroz: Sim, gosto muito do modelo John Deere 8R 410. Ele representa bem a essência do colecionismo: não precisa ser raro ou caro para ser querido e fazer sucesso.

Mundo Agro: Qual estado brasileiro mais compra miniaturas?

Eduardo Queiroz: O Mato Grosso e o Paraná são os líderes em volume de compras e buscas por cotações. Depois vêm o Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Mundo Agro: O que o agronegócio representa para você?

Eduardo Queiroz: O agro é a base da economia brasileira e um verdadeiro celeiro de alimentos. É um setor que se reinventa, inova e resiste aos desafios econômicos e climáticos. É impossível não se apaixonar por essa atividade que move o Brasil.

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