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Brasil amplia protagonismo global na proteína animal

Operação fortalece posição no mercado externo

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Vinícius Gonçalves, vice-presidente da GTF Foto cedida: GTF

O agronegócio brasileiro volta a mostrar força também fora da porteira. A GTF, uma das seis maiores produtoras de carne de frango do País e entre as dez maiores exportadoras da proteína, concluiu sua primeira captação internacional, no valor de US$ 60 milhões (cerca de R$ 320 milhões), em parceria com o Citi.

“Há liquidez internacional e interesse pelo Brasil. A operação conecta investidores globais a uma empresa com fundamentos sólidos e estratégia clara de crescimento”, disse André Cury, Head do Citi Commercial Bank para o Brasil e América Latina.


A operação, com prazo de cinco anos e direcionada a investidores institucionais, foi estruturada no modelo sindicalizado, com participação de bancos da América do Sul e da América Central.

“Damos um novo passo com nossa primeira operação internacional, reforçando a solidez da trajetória de crescimento e o trabalho contínuo para aprimorar o mix de produtos e ampliar nossa competitividade nos mercados interno e externo”, disse Vinicius Gonçalves, vice-presidente da GTF.


O movimento reforça não apenas a estratégia financeira da companhia, mas também a confiança do mercado internacional na proteína animal brasileira. Em um cenário de demanda global crescente por alimentos e busca por segurança alimentar, empresas com escala, eficiência produtiva e disciplina financeira têm ampliado o acesso a capital externo.

A captação está alinhada ao plano estratégico traçado após a companhia atingir R$ 4 bilhões em faturamento em 2024. A meta é alcançar R$ 5 bilhões em receita até 2026 e chegar a R$ 10 bilhões nos próximos sete anos, apoiada em expansão orgânica, agregação de valor e consolidação de mercados externos.


A trajetória de fortalecimento financeiro começou em 2022, com a primeira emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), no valor de R$ 83 milhões. Em 2025, a segunda emissão, de R$ 375 milhões, consolidou a retomada da bancabilidade e deu musculatura à estrutura de capital. Desde 2021, a empresa mantém margens EBITDA consistentes e encerrou 2025 com alavancagem inferior a 0,5x — indicador que sinaliza solidez e capacidade de geração de caixa.

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