Café, sustentabilidade e inovação no Espírito Santo
Na Expedição Regenera, a Nescafé Plan apresenta uma fazenda modelo em práticas regenerativas e destaca os desafios e conquistas da cafeicultura no Brasil

No litoral do Espírito Santo, em meio às lavouras de café conilon, sustentabilidade e inovação caminham lado a lado.
Na Expedição Regenera, promovida pela Nescafé Plan, Bárbara Velo — responsável por Sustentabilidade (SG) da marca — nos conduz por uma fazenda referência em práticas regenerativas, energia solar, uso de insumos biodegradáveis e sucessão familiar bem-sucedida.
Parceira da Nescafé desde 2011, a propriedade de Kaézia Bianchini simboliza o futuro da cafeicultura: de baixo carbono, alta produtividade e impacto positivo.

Mundo Agro: Estou aqui com uma pessoa que entende tudo de sustentabilidade e que nos trouxe até essa experiência incrível: a Expedição Regenera, da Nescafé. Qual o propósito da Nescafé ao organizar essa expedição?
Bárbara Velo: Hoje estamos visitando uma fazenda maravilhosa, com uma história e um legado muito forte de sucessão familiar, mas também com muita inovação. É um exemplo vivo do que o Nescafé Plan busca incentivar: sustentabilidade com impacto real.
Mundo Agro: E o que exatamente a gente vê de ESG aqui nesta fazenda? O que torna essa propriedade um diferencial dentro da cafeicultura?
Bárbara Velo: Estamos no centro do cultivo de café conilon, que é essencial para a Nescafé. Esta fazenda, da produtora Kaézia Bianchini, faz parte do nosso programa desde 2011, quando lançamos o Nescafé Plan — o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura no mundo. É uma jornada construída em parceria. Aqui, por exemplo, eles já utilizam cobertura de solo, têm altíssima produtividade, usam energia solar, e estão migrando o viveiro para tubetes biodegradáveis, o que é ainda mais sustentável. Essa propriedade é considerada um benchmark para a região, especialmente em agricultura regenerativa.
Repórter: Em uma palavra, o que é o Nescafé Plan?
Bárbara Velo: É o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura do mundo, que desenvolve práticas regenerativas para uma agricultura de baixo carbono. Ele apoia produtores em vários países a transformar suas práticas, sempre pensando no futuro.
Repórter: E o que significa, pessoalmente, para você trabalhar com sustentabilidade e nesse projeto?
Bárbara Velo: Para mim, é extremamente gratificante. Eu vejo como missão traduzir todo esse impacto positivo em mensagens simples e acessíveis para o consumidor. Quero que cada pessoa que consome Nescafé entenda que há uma origem sustentável por trás daquela xícara — produtores comprometidos com a transformação da cafeicultura e com o futuro do planeta.
Repórter: Na sua visão, qual é o maior desafio atual do setor cafeeiro?
Bárbara Velo: Acredito que ainda seja a sucessão familiar. Muitos filhos e netos de produtores não enxergam o campo como um negócio viável. Mas estamos vendo uma mudança nesse olhar: com inovação, tecnologia e sustentabilidade, o campo volta a ser atrativo para as novas gerações. Essa transição é um desafio, mas estamos no caminho certo — e exemplos como o da Kaézia mostram isso.
Mundo Agro: Bárbara, muito obrigada por compartilhar sua visão e sua experiência conosco.
Bárbara Velo: Eu que agradeço! É um prazer fazer parte dessa jornada com produtores tão engajados e comprometidos.
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