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Capim-pé-de-galinha ameaça produtividade do algodão e desafia produtores brasileiros

Planta daninha resistente a herbicidas pode reduzir até 50% da produção; manejo integrado e novas moléculas são fundamentais para conter o avanço

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Capim-pé-de-galinha ameaça a produtividade do algodão no Brasil, podendo reduzir em até 50% a produção.
  • A planta daninha é altamente adaptável e resistente a diversos herbicidas, tornando seu controle difícil.
  • Novas estratégias de manejo, como a utilização do herbicida Azugro, são fundamentais para combater a infestação.
  • Inovações no controle de patógenos ajudam a retardar o desenvolvimento de resistência e simplificam o manejo operacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Resistência crescente do capim-pé-de-galinha preocupa produtores de algodão Foto cedida: FMC Corporation

Considerado o maior exportador de algodão do mundo, o Brasil enfrenta um desafio crescente nas lavouras: o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica).

Altamente adaptável e resistente a diversos herbicidas, a planta daninha tem causado prejuízos significativos à cotonicultura, podendo reduzir em até 50% a produtividade.


“Essa planta tem se tornado cada vez mais difícil de controlar. É essencial incorporar herbicidas com diferentes modos de ação e práticas integradas para conter seu avanço”, explicou Fábio Lemos, gerente de culturas e portfólio da FMC, empresa de ciências para agricultura.

Fábio Lemos, gerente de culturas e portfólio da FMC, empresa de ciências para agricultura. Foto cedida: FMC Corporation

O controle da infestação exige novas estratégias de manejo. Entre as soluções disponíveis estão o herbicida Azugro, com tecnologia exclusiva Isoflex active. Ele tem se destacado por seu controle seletivo e prolongado. Além de reduzir a necessidade de reaplicações, a molécula inibe a síntese de DOXP (deoxyxylulose-5-phosphate synthase), oferecendo desempenho superior e ajudando a retardar o desenvolvimento de resistência.


“O ineditismo da molécula contribui para o manejo de resistência, proporcionando melhor controle das plantas invasoras e residual mais duradouro. Em alguns casos, isso pode até reduzir a necessidade de reaplicações em pós-emergência e simplificar o manejo operacional”, disse Lemos.

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