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De Grão em Pão oferece curso de panificação com emprego garantido

Iniciativa gratuita da Fundação Bunge em parceria com o Senai forma jovens em situação de vulnerabilidade em quatro capitais brasileiras

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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De Grão em Pão - Fundação Bunge Foto cedida - Fundação Bunge

O prazo de inscrição para o curso gratuito “De Grão em Pão”, promovido pela Fundação Bunge em parceria com o Senai, termina hoje.

A iniciativa, voltada a pessoas a partir de 18 anos em situação de vulnerabilidade social, oferece capacitação profissional em panificação e confeitaria nas cidades de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ).


Com duração de quatro meses, a formação inclui aulas teóricas e práticas, bolsa auxílio, uniforme, material didático e desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

Ao fim do curso, os participantes serão encaminhados para vagas de emprego em padarias, com carteira assinada e remuneração compatível com o mercado.


As inscrições devem ser feitas pelo site da Fundação Bunge (fundacaobunge.org.br), onde também será divulgado o resultado dos selecionados no dia 6 de agosto.

Cláudia Buzzette Calais, diretora-executiva da Fundação Bunge Foto cedida : Fundação Bunge

A expectativa é formar sete turmas até dezembro, totalizando 140 novos profissionais.


“O desafio da escassez de mão de obra qualificada no setor de panificação não é de hoje. Para que essas iniciativas tenham sucesso, é fundamental oferecer capacitação técnica de qualidade e desenvolver habilidades valorizadas no mercado,” disse Cláudia Buzzette Calais, diretora-executiva da Fundação Bunge.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), o setor faturou R$ 153,36 bilhões em 2024 e emprega atualmente cerca de 3 milhões de pessoas, mas ainda sofre com a carência de 140 mil profissionais qualificados.


Além da formação técnica, os alunos terão acesso a conteúdos empreendedores em parceria com o Sebrae e poderão desenvolver competências como comunicação, organização e autoconhecimento — habilidades valorizadas por empresas, que chegam a pagar até 20% a mais por profissionais com esse perfil, segundo a Fundação Wadhwani.

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