Maçã brasileira inicia nova safra e retoma volumes históricos
Condições climáticas favoráveis impulsionam qualidade e competitividade

A safra 2025/2026 da maçã brasileira foi oficialmente aberta no final de semana, em Vacaria, na Serra Gaúcha, com perspectivas positivas de produção e destaque para a alta qualidade dos frutos.
A produção nacional deve variar entre 1,05 milhão e 1,15 milhão de toneladas, patamar próximo à média histórica do setor. As condições climáticas mais favoráveis ao longo do ciclo contribuíram para o bom desempenho da safra, agregando valor ao produto tanto no mercado interno quanto no externo.
“Esta safra sinaliza a volta a volumes mais próximos da normalidade, com um diferencial importante de qualidade. Temos maçãs com excelente padrão visual, sabor equilibrado, além de alto nível de tecnificação no campo, o que fortalece a competitividade do Brasil”, disse Francisco Schio, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM).
O cenário favorável também se reflete no comércio exterior. A estimativa para a safra 2025/2026 é de exportação de aproximadamente 60 mil toneladas da fruta, com participação expressiva do Rio Grande do Sul, responsável por cerca de 40 mil toneladas, e de Santa Catarina, com 20 mil toneladas. Atualmente, a maçã brasileira é exportada para mais de 20 países, entre eles Índia, Portugal, Irlanda, Emirados Árabes Unidos, Rússia e Reino Unido.
“A safra mostra que, mesmo diante das adversidades, o setor segue forte, organizado e comprometido com a qualidade, a sustentabilidade e o desenvolvimento do Brasil. A maçã brasileira é fruto de trabalho, ciência e coragem”, afirmou Moisés Lopes de Albuquerque, diretor executivo da ABPM.
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