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O início de uma jornada promissora no Ranch Sorting

A trajetória de Marina e Dakota entre treinamentos e laços familiares

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Marina, Dakota e o pai, Roberto Dziki Foto: Arquivo pessoal

A paixão pelo cavalo nasce na infância e atravessa gerações.

É mais um legado de pais para filhos. É um laço para a vida toda, que envolve respeito, admiração e muito amor.


Logo que cheguei ao Haras EFI, em Itu, com o apoio da Ford, o Bronco Sport encontrou seu lugar. E eu, como sempre, me senti em casa.

Durante as minhas andanças pelo blog, me encanto com cada sorriso, abraço e com as inúmeras histórias que tenho a oportunidade de contar. Entre um abraço e um sorriso, observo. O instrutor desta vez é outro. Percebo que alguns participantes já são meus conhecidos, como a Alexia, o Fernando, o Rogerinho e o próprio Leonardo, do Haras EFI.


Mas uma delas me chama atenção. É a mais jovem. Estilosa com seu boné, ela e sua égua observam todos os detalhes do instrutor Mineiro.

De repente, Leonardo Augusto Figueiredo, do Haras EFI, me apresenta ao pai de Marina. E aí, desenrolo um bate-papo bacana com pai e filha.


Marina tem apenas 12 anos. Ela era a mais jovem da segunda turma do curso de Ranch Sorting promovido pelo Haras EFI, em Itu. Com sua égua Dakota, de um ano, ela observava atentamente todas as orientações do instrutor Mineiro, responsável pelo curso.

As duas — Marina e Dakota — estavam pacientes e atentas. De longe, o pai, Roberto, acompanhava todos os passos e registrava os melhores momentos.


Marina e Dakota durante o 2º Ranch Sorting do Haras EFI, em Itu

Marina monta desde os 3 anos, e ela, toda orgulhosa, contou como surgiu seu interesse pelo Ranch Sorting: “Meu pai me mostrou e aí eu quis fazer. Muito legal”, disse com um sorriso tímido.

E eu, como sempre, fazendo minhas perguntas de uma palavra só sobre o que o cavalo representa para ela.“Minha vida”, respondeu Marina.

A tia Fabi aqui sabia que essa resposta viria e desejou logo de cara: “Aproveite o curso!”

Eu segui ali sentada, fazendo meus registros e observando os alunos.

Roberto Dziki, administrador de empresas e pai de Marina, todo orgulhoso, me contou um pouco mais sobre essa paixão. “Temos uma chácara com cavalos, e ela sempre gostou, tanto de cuidar quanto de montar. Sempre foi minha parceira”, disse Roberto.

O cavalo, em nossas vidas, representa muito. Eles sabem quando estamos tristes, felizes, apreensivos... e por aí vai. E nós aprendemos demais com eles, seja nos encontros de competição ou treinamento.

“É um ambiente maravilhoso, de respeito e aprendizado. Além do prazer de montar e lidar com o animal, ele cria amizades e conexões muito especiais,” ponderou Roberto durante o evento.

A Dakota da Malagueta, do Haras Malagueta, se comportou muito bem aos comandos da pequena Marina.

“É um orgulho imenso. Ela (Marina) é muito dedicada. Prestou atenção em todas as instruções e colocou tudo em prática. Como a gente sempre diz, filho é aquele que queremos que seja melhor que nós. A alegria maior é ver ela montar,” finalizou Roberto.

O cavalo, para Roberto, tem outro significado.“Realização. Porque me traz boas energias, bons pensamentos e muita felicidade,” ponderou ele.

E eu, diante de Roberto e Marina, só tenho a certeza de que estar entre os cavalos, treinamentos e rodeada de novos amigos, é uma bênção para poucos.

Lá, todos são iguais: donos e animais. Não importa o status. A simplicidade é a chave do bate-papo.

Quer conhecer a Marina e a Dakota? O instrutor Mineiro e o Haras EFI? Acompanhe a coluna!

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