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Conheça a única família que produz ruibarbo no Brasil

Produção começou de forma experimental há cerca de três anos, em uma área de 32 hectares

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A família Martini Muller é a única produtora de ruibarbo no Brasil, com cultivo em 32 hectares.
  • A produção de ruibarbo começou de forma experimental há três anos e atualmente conta com 35 mil plantas.
  • Produtos como geleias, pães e tortas são feitos a partir do ruibarbo, com destaque para geleias de chutney.
  • A família enfrentou desafios, incluindo enchentes e temporais, mas estará presente na Expointer 2025 em Esteio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Inovação e sabor: ruibarbo leva produtos inéditos à Expointer Foto cedida: Fernando Dias/ Ascom Seapi

A Expointer 2025 terá uma estreia em dose dupla: a agroindústria Fazenda da Cria e o município de São Francisco de Paula, na serra gaúcha, serão representados pela primeira vez no Pavilhão da Agricultura Familiar.

O destaque é o ruibarbo, planta originária do norte da Europa e ainda pouco conhecida no Brasil, cultivada em larga escala pela família Martini Muller. A produção começou de forma experimental há cerca de três anos, em uma área de 32 hectares.


Família leva ruibarbo e estreia em dose dupla na Expointer Foto cedida: Fernando Dias/ Ascom Seapi

Hoje, a propriedade, que atualmente é a única produtora no Brasil, conta com 35 mil plantas de ruibarbo, que dão origem a uma variedade de produtos, incluindo pães, cucas, tortas, bolachas, geleias e conservas.

Entre os produtos mais destacados estão as geleias de chutney — ideal para acompanhar queijos, torradas e carnes — e a geleia tradicional de sabor doce, explica Isaura Martini Muller, filha dos fundadores e responsável pela agroindústria junto ao filho Gabriel, da terceira geração da família.


Fazenda da Cria leva ruibarbo e estreia São Francisco de Paula na Expointer Foto cedida: Fernando Dias/ Ascom Seapi

A família pretendia expor em 2024, mas, devido à grande enchente no estado, precisou adiar a participação. Em julho deste ano, enfrentou um novo desafio: um temporal destelhou o prédio da agroindústria, causando um prejuízo de mais de R$ 100 mil às vésperas do evento.

“Em meio à reconstrução, seguimos produzindo para a Expointer. Apesar de todas as dificuldades, vamos honrar nossa cidade e estrear este ano na feira”, garantiu Isaura Muller.


A Expointer começa amanhã, 30 de agosto, e segue até 7 de setembro, em Esteio, no Rio Grande do Sul.

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