Sabor que atravessa gerações
Marcos Rosa mantém receitas autênticas e processos cuidadosos

Domingo é dia de pizza, e eu resolvi escrever sobre Marcos Rosa. Sempre me encanto quando, sem querer, cruzo com pessoas que têm histórias incríveis.
Durante o evento do Projeto Meu Tomatì, que promove os tomates italianos, Marcos me abordou e logo começou a falar sobre a pizzaria da família. Era visível o amor no olhar dele ao falar dos mais de 40 anos de tradição e do cuidado com os produtos escolhidos.
A pizzaria Chena, localizada no Brooklin, na zona sul de São Paulo, está na segunda geração da família e mantém receitas autênticas e processos cuidadosos, incluindo a preparação dos tomates. E olha que ele ainda não usa os tomates italianos.
“Tem segredinho que a gente não pode contar, mas os tomates são lavados, a gente passa no moedor e depois dá uma temperadinha”, disse Marcos, sorrindo.

Qual é a pizza mais pedida? A de mussarela, claro. Mas há também a Pizza dos Amigos, recheada com catupiry, calabresa frita, parmesão e azeitonas chilenas, que conquistou o público.
Ainda fiquei curiosa sobre o nome da pizzaria e da pizza Chena (pronuncia-se “quena”).
“Chena é uma torta de frios, uma receita tradicional da Itália. No final de semana, sobra tudo. O que se faz? Faz-se a massa, coloca numa forma, tudo que sobrou, e cobre com outra massa”, explicou Marcos.
A Chena foi eleita no SP8 — premiação independente que valoriza as pizzarias de São Paulo — como a melhor pizza portuguesa e também como a melhor pizzaria da zona sul.
E, como de costume para encerrar as entrevistas do blog, perguntei a ele o que a pizza significa em uma palavra: “É a minha vida.”
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