Setor privado ganha protagonismo nas metas de recuperação de áreas degradadas
Painel na COP 30 discutirá como empresas podem impulsionar projetos de restauração e contribuir para as metas climáticas brasileiras

A COP 30, que acontece até o dia 21 de novembro, em Belém (PA), é palco também de um debate essencial sobre o papel do setor privado na recuperação de áreas degradadas e no avanço da agricultura de baixo carbono.
No próximo dia 15 de novembro, às 10h, no Pavilhão da CNI (B31), Claudia Veiga, Gerente Sênior de Sustentabilidade Corporativa da Syngenta, participa do painel “Recuperação de áreas degradadas: setor privado como motor da transição sustentável”, ao lado de especialistas em ESG e financiamento climático.
“O setor privado tem papel decisivo na construção de uma economia de baixo carbono. É hora de transformar compromissos em ações concretas”, afirmou Veiga.
Com mais de 15 anos de experiência em sustentabilidade, ela trará uma visão prática sobre como inovação, agricultura regenerativa e colaboração entre empresas podem acelerar a restauração ambiental no Brasil.
“O país possui uma das matrizes agrícolas mais eficientes do mundo e pode liderar a transição para práticas sustentáveis em larga escala”, disse ela.
Entre os exemplos citados, a executiva destaca o Programa Reverte, iniciativa da Syngenta que já recuperou cerca de 280 mil hectares de pastagens degradadas em parceria com o Itaú BBA.

“É um caso concreto de como a cooperação entre setor privado e financeiro pode transformar o uso do solo e contribuir para as metas climáticas nacionais”, ressaltou Veiga.
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